terça-feira, 22 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
COMO CRIAR FILHOS MASCULINOS E FILHAS FEMININAS
MENSAGEM
COMO CRIAR FILHOS MASCULINOS E FILHAS FEMININAS
Preletor: Se existe uma chave para criar filhos masculinos e filhas femininas, creio ser a influência marcante e constante da presença dos pais com seus filhos
Pr. Josué Gonçalves
1.
Liberdade Apropriada (Pv 29.15):
2.
Demonstrar carinho por meio de contatos físicos:
3.
Palavras de afirmação e encorajamento( Ef 4.29):
4.
Ensino Formal e Informal ( Dt 6.4-9 ):
5.
Promova "Encontros Familiares":
6.
Promova também Encontros Particulares:
7.
Crie para os filhos "Heróis Evangélicos"
8.
Desenvolva Projetos e Interesses particulares da Família:
9.
"Rito de Passagem":
COMO CRIAR FILHOS MASCULINOS E FILHAS FEMININAS
Preletor: Se existe uma chave para criar filhos masculinos e filhas femininas, creio ser a influência marcante e constante da presença dos pais com seus filhos
Pr. Josué Gonçalves
Se
existe uma chave para criar filhos masculinos e filhas femininas, creio ser a
influência marcante e constante da presença dos pais com seus filhos! Este é o
verdadeiro discipulado, a impressão digital deixada por um pai no filho, a mãe
na filha, e vice-versa. Como vamos criar um filho à distância? "Pai" significa
ser discipulador! E o verdadeiro discipulado significa participar no processo de
formar Cristo em outras pessoas. Começa em casa. Sou o primeiro responsável para
tornar meus filhos súditos do Rei Jesus. Onde já se viu um discipulado acontecer
sem o contato constante e íntimo? Tentamos hoje com nossos muitos modismos, mas
não conseguimos. Para Jesus formar discípulos, exigiu-se dele 24 horas por dia
durante 3 anos! Tentamos escapar, criando palavras como "mentor", pois
reconhecemos que não somos suficientemente abertos, transparentes, vulneráveis
ou perfeitos (!) para outras pessoas nos observarem de perto. Criamos
"programas" de discipulado para tentar resolver isso. Ao mesmo tempo ignoramos o
contexto ideal que temos para deixar uma marca profundíssima na vida de
outros-nossos filhos!
Quando
olhamos para a Bíblia, logo nos seus primeiros capítulos, percebemos que se
espera que a imagem de Deus nos pais (Gn 1.27,28) seja reproduzida nos filhos
(Gn 5.1-3). Portanto, a preocupação principal dos pais deve ser criar filhos à
imagem de Deus (a imagem de Deus resgatada) e depois permitir que Deus mesmo,
pelo Seu Espírito, desenvolva os papéis da verdadeira masculinidade e
feminilidade conforme Ef 5:22-31.
Infelizmente,
o Inimigo continua seu ataque feroz contra a imagem de Deus (1 Pd 5:7; Ap
12:9,10). E como ele não pode atacar diretamente a Deus, sua estratégia é atacar
ao homem, feito a imagem de Deus, desfigurando-o por meio das tentações e do
pecado. É como se o homem fosse um espelho refletindo a glória de Deus, mas,
que, de repente, o diabo vem e nele lança sua lama. A lama que o diabo lança no
espelho impede-o de refletir perfeitamente a glória de Deus. O mesmo tem
acontecido com as famílias: elas são alvo da lama
diabólica.
Haverá
algum meio de se limpar a lama jogada nos espelhos individuais e familiares?
Sim! Jesus veio resgatar a imagem de Deus no indivíduo e na família pela sua
obra na cruz (2 Co 5.17-21). Em Jesus, pelo poder do Espírito, a verdadeira
masculinidade e feminilidade podem ser resgatadas (Ef 5.18-6.4).
Mas,
afinal, o que significa ser masculino ou feminino?
Será
que ser Homem significa ser bom de briga, artilheiro no futebol e ter capacidade
de consertar qualquer problema mecânica?
Ou
ter "pelos no peito" e conquistar muitas garotas são provas da verdadeira
masculinidade?
E
quanto às mulheres, será que ser uma boa cozinheira é sinônimo de ser feminina?
Ou
ter um corpo "malhado" e ser sedutora são as marcas da verdadeira
feminilidade?
A
verdade é que as pessoas têm seus conceitos formados muitas vezes pelos amigos
ou pela mídia e, portanto, suas bases neste assunto são seculares e
mundanas.
A
verdadeira definição de masculinidade e feminilidade é uma questão, segundo a
Bíblia, do coração - um coração que segue o padrão de Deus traçado para ambos os
sexos, especialmente no contexto do casamento.
Permitamos
que Deus defina nossa sexualidade, e não a cultura. Em sua Palavra, Deus define
o homem como sendo o "líder-servo" do lar, que ama, protege, providencia, educa,
cuida e disciplina; e a mulher como sendo a "auxiliadora idônea", que cuida do
lar, cria seus filhos, ama-os e ao marido (Confira: Gn 2:15-18; Pv 31:10-31; Ef
5:21-31; 1 Pd 3:1-7; 1 Tm 3; Tito 2:1-5).
Deus
mesmo que nos deu a definição exata de nossos papéis como homens e mulheres,
também nos deu, por meio da família, o privilégio de ensinar aos nossos filhos
estes mesmos papéis. Provérbios 22.6 nos diz:
Ensina
a criança no caminho em que deve andar e, ainda quando for velho, não se
desviará dele.
Com
isso Salomão quer nos mostrar que criar nossos filhos à imagem de Deus exigirá
treinamento e dedicação (Dt 6:4-9; Sl 78; Ef 6:4). Dedicação para abrirmos
pacientemente uma "trilha" para nossos filhos e treiná-los perseverantemente
para seguirem esta trilha aberta. É um processo abrangente que demanda muito do
nosso tempo, mas, se queremos de fato formar nossos filhos, devemos investir
neles a maior quantidade de tempo possível com qualidade. Embora durante este
demorado processo devemos ser sensíveis à natureza de nossos filhos, em nenhum
momento podemos esquecer que nosso dever nele é sermos "pró-ativos". Ou seja, os
pais devem antever as situações e buscarem sabedoria na Palavra para se
prepararem para enfrentá-las, visto que o caminho natural da criança é
estultícia e vergonha (Pv 29:15, 22:15). Todavia, este esforço para criar nossos
filhos à imagem de Deus traz sua recompensa: a alma dos pais experimentará
delícias! (Pv 29.17).
Gostaria de sugerir ao leitor dez idéias
práticas que têm sido muito úteis para nós na criação de nossos filhos:
A
liberdade que vamos dar aos nossos filhos deve ser progressiva e responsável.
Isto significa que no começo da vida do filho o pai o dirige em todas as
situações. Somente à medida que o filho amadurece e vai tomando consciência de
suas responsabilidades é que o pai vai gradativamente deixando-o tomar suas
próprias decisões;
Nossos
filhos precisam saber que nós temos um grande carinho por eles. Quando ainda são
pequenos podemos pegá-los no colo e quando maiores podemos abraçá-los. Com estes
gestos transmitimos a eles todo nosso carinho. Se Jesus pôde tocar num leproso,
certamente posso abraçar meu filho! Uma coisa que sempre fiz com meus meninos
foi brincar de "lutinha". Eles gostavam muito disso. Gestos simples como estes,
cultivados no ambiente familiar com respeito dão segurança aos nossos filhos;
Se
transmitimos o nosso carinho por meio de gestos, por meio de nossas palavras
transmitimos nosso amor e apreciação pelos filhos. Muitos homens e mulheres
vivem hoje amargurados com seus pais porque nunca ouviram deles sequer uma
palavra de apreciação. E é tão simples!! Veja algumas frases simples que você
pode lhes dizer:
"Realmente
você é uma mocinha"
"Você
está se tornando um homem de Deus"
"Tenho
muito orgulho de você ser meu filho"
"Você
parece mais e mais com a sua mãe (seu pai)"
O
ensino formal se dá quando ensinamos alguma lição aos nossos filhos, seja ela
religiosa, ética ou moral. Com este tipo e ensino já estamos acostumados. Porém,
nossa instrução a eles não deve ser restringida a estes momentos formais apenas.
Devemos aproveitar todos os momentos para ministrar ensino aos nossos filhos.
Não
desperdice a oportunidade de tomar as refeições com todos os filhos. Na hora do
almoço, por exemplo, não deixe que eles tomem sua refeição assistindo televisão
enquanto vocês pais a tomam na cozinha (ou vice-versa!). Não! Junte toda a
família à mesa e desfrutem da comunhão neste tempo. Planeje as "férias da
família". Decidam juntos aonde ir e como desfrutar ao máximo as férias como
família. Outra idéia para encontros familiares é uma "reunião de leitura".
Escolha um livro para ler e reúna a família na sala e você, papai, leia a
história para ela!
Com
meus filhos tenho posto em prática a idéia de levá-los individualmente comigo
para tomarmos café da manhã em alguma padaria. Quando chega o dia de determinado
filho tomar café comigo apenas ele fica muito feliz, aliás, todos ficam. É um
tempo muito especial, é um tempo de termos uma "conversa de pai para filho". As
viagens também são ótimas oportunidades. Quando vou viajar e posso, sempre levo
comigo um de meus filhos.
É
muito comum as crianças admirarem um "herói". Esteja atento para pessoas ao seu
redor que possam ser um "herói" digno de ser admirado. Por exemplo: "o vovô é um
herói por ter nos educado no caminho do Senhor" Seja você mesmo, papai, um herói
para seu filho! Você pode ser para ele o melhor goleiro, caçador ou pescador!
A
vida traz inúmeras oportunidades para desfrutarmos a vida familiar. Por exemplo,
minha esposa e eu gostamos de praticar cooper e nós envolvemos nossos filhos
nesta atividade física. Talvez você e seu cônjuge gostem de andar de bicicleta,
então, andem com seus filhos! Há muitas coisas em que a família toda pode se
envolver e torná-las como interesse particular dela: música, trabalhos manuais e
etc.
Outra
idéia simples que marca muito a vida de nossos filhos é comemorar o seu décimo
quinto aniversário com um "rito de passagem". Quando o menino atingir uma
maturidade tal que você quer honrá-lo com mais privilégios E responsabilidades
(por exemplo, ao completar 15 ou talvez 16 anos), chame seus avôs, tios e irmãos
da igreja que influenciam sua vida para presenciarem a transição do "menino para
adulto" e peça-lhes que cada um traga uma palavra de encorajamento ao
aniversariante. O mesmo se dá com a menina: chame as avós, tias e irmãs da
igreja para que também presenciem sua "maioridade" e lhe dêem palavras de
encorajamento e instrução. Com certeza será uma festa de aniversário que seus
filhos nunca vão esquecer e, ao mesmo tempo, vão torná-los mais conscientes de
sua nova postura doravante diante da sociedade.
10.
Envolva sua família em ministérios na Igreja:
Você
já pensou em fazer parte do coral de sua igreja com toda a sua família junta?
Pois bem, não perca oportunidades como esta! A igreja local oferece diversas
oportunidades para que a família sirva ao Senhor unida. Nossa família, por
exemplo, está envolvida com o ministério de música de nossa igreja; a família de
um colega se envolve com o ministério de crianças fazendo apresentações de
fantoches.
Quando
Deus planejou a família, Ele tinha em mente criar as melhores condições para que
a vida humana fosse plena de significado e realizada.
Quando
assumimos a vontade de Deus para a nossa família, na dependência Dele, estamos
aceitando uma oportunidade real e verdadeira de vivermos felizes e realizados.
Olhando por esse prisma bíblico, criar nossos filhos à imagem de Cristo não é um
fardo, mas, sim, um grande privilégio.
Ao
terminar, gostaria de deixar a você, pai ou mãe, uma palavra de ânimo. Se você
se sentir incapaz de formar seu filho, lembre-se de que nenhum pai é capaz
porque todos somos pecadores (Rm 3.23). Criar filhos ou filhas segundo a vontade
de Deus não depende tanto de nossas forças, mas de dependermos de Deus e
obedecer-lhe as instruções contidas em sua Palavra.
"E
a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a
vossa mente em Cristo Jesus ( Fp 4.7 )".
EXPLORANDO O LADO LÚDICO - EDUCAÇÃO
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Paulo Debs reafirma papel da leitura e desafia igrejas
criarem ações
A média de leitura do brasileiro
é de apenas 2,1 livros por ano, segundo a 3ª edição da pesquisa Retratos da
Leitura no Brasil, divulgada em março. O estudo revela que, no total, a média de
leitura do brasileiro é de 4 livros anuais, dos quais dois não são lidos até o
final. O número é menor do que o registrado em 2007, quando foi feita a 2ª
edição da pesquisa. Na época, a média de livros lidos por ano era de 4,7. Para
mudar este quadro o escritor Paulo Debs, vencedor do Prêmio Areté, desafia a
sociedade e igrejas a criarem ações para estreitar o contato do livro com a
criança.
O
levantamento foi feito pelo Ibope Inteligência com 5 mil entrevistados em 315
municípios entre junho e julho de 2011. A pesquisa, encomendada pelo Instituto
Pró-Livro, mostra ainda que metade da população - cerca de 88,2 milhões de
pessoas - é considerada leitora, ou seja, leu ao menos um livro nos últimos três
meses. O índice é menor do que o registrado em 2007, quando 55% da população
havia declarado ter lido ao menos um livro nos três meses que antecederam a
pesquisa. O Centro-Oeste é a região com melhor média de livros lidos, seguido
pelo Nordeste, Sudeste, Sul e Norte.
A Bíblia é
o livro mais lido no Brasil, seguido por livros didáticos, romances, livros
religiosos, contos e livros infantis. As mulheres leem mais do que os homens.
Enquanto 53% delas são leitoras, entre os homens o índice é de 43%.Ainda segundo
a pesquisa, 75% da população nunca frequentou uma biblioteca na vida. Presente à
abertura do seminário Retratos da Leitura no Brasil, no qual o levantamento foi
divulgado, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, disse que o governo trabalha
para zerar o número de municípios sem biblioteca.
- A
leitura, quando vai além do livro didático, vai permitir a formação do cidadão,
vai dar ao cidadão as ferramentas do conhecimento, permitir a ele desenvolver a
capacidade de reflexão e análise, de questionar e desenvolver seu pensamento e
sua opinião. A literatura tem essa capacidade. A televisão não permite tanto a
reflexão quanto o livro - afirmou a ministra.
"Esta essência não pode se perder, crianças tem sonhos e nosso trabalho é
pinta-los no papel, agregando e não extinguindo-os."
Por: Robson Morais - Redação Creio
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
CONTANDO HISTÓRIAS COM ARTES - alunas NOBEC-Recife 2012
O processo de estímulo e incentivo para se contar uma história são
inúmeros,
mas sua eficácia depende de como o contador os utilizará. Não há "fórmulas mágicas" que substituam o entusiasmo do contador.
Quem aspira ser um bom contador de histórias, deve desenvolver alguns passos importantes em seus preparativos:
1) a história a ser contada e apresentada deve estar bem memorizada. Por isso, é imprescindível ler a história várias vezes e estar bem familiarizado com cada parágrafo do livro, para não perder "o fio da meada" e ficar procurando algum tópico durante a apresentação;
2) destacar e sublinhar os tópicos mais importantes, interessantes e significativos, para que na apresentação recebam a devida valorização;
3) procurar vivenciar a história. Envolver-se com ela, fazer parte dela e sentir a emoção dos personagens e ao apresenta-la atrair os ouvintes para a magia da história;
4) ao apresentar a história, falar com naturalidade e dar destaque aos tópicos mais importantes com gestos e variações de voz, de acordo com cada personagem e cada nova situação. No entanto, é preciso cuidar para não exagerar nos gestos ou nas entonações de voz;
5) oferecer espaço aos ouvintes que querem interferir na história e participar dela. Quem se sente tocado em seu imaginário sente necessidade de participar ativamente no desenrolar da história. O importante é que nessa hora não haja pressa, contando ou lendo tudo de uma só vez. É preciso respeitar as pausas, perguntas e comentários naturais que a história possa despertar, tanto em quem lê quanto em quem ouve. É o tempo dos porquês;
6) toda história e toda dramatização devem ser apresentadas com entusiasmo e paixão. Sempre devem transparecer a alegria e o prazer que elas provocam. Sem esses componentes, os ouvintes não são atingidos e logo perdem o interesse pelo que está sendo apresentado.
Segundo Abramovich (1993), "o ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo. Afinal, tudo pode nascer dum texto!" A criança, ao ouvir histórias, vive todas essas emoções. Afinal, escutar histórias é o início, o ponto-chave para tornar-se um leitor, um inventor, um criador.
mas sua eficácia depende de como o contador os utilizará. Não há "fórmulas mágicas" que substituam o entusiasmo do contador.
Quem aspira ser um bom contador de histórias, deve desenvolver alguns passos importantes em seus preparativos:
1) a história a ser contada e apresentada deve estar bem memorizada. Por isso, é imprescindível ler a história várias vezes e estar bem familiarizado com cada parágrafo do livro, para não perder "o fio da meada" e ficar procurando algum tópico durante a apresentação;
2) destacar e sublinhar os tópicos mais importantes, interessantes e significativos, para que na apresentação recebam a devida valorização;
3) procurar vivenciar a história. Envolver-se com ela, fazer parte dela e sentir a emoção dos personagens e ao apresenta-la atrair os ouvintes para a magia da história;
4) ao apresentar a história, falar com naturalidade e dar destaque aos tópicos mais importantes com gestos e variações de voz, de acordo com cada personagem e cada nova situação. No entanto, é preciso cuidar para não exagerar nos gestos ou nas entonações de voz;
5) oferecer espaço aos ouvintes que querem interferir na história e participar dela. Quem se sente tocado em seu imaginário sente necessidade de participar ativamente no desenrolar da história. O importante é que nessa hora não haja pressa, contando ou lendo tudo de uma só vez. É preciso respeitar as pausas, perguntas e comentários naturais que a história possa despertar, tanto em quem lê quanto em quem ouve. É o tempo dos porquês;
6) toda história e toda dramatização devem ser apresentadas com entusiasmo e paixão. Sempre devem transparecer a alegria e o prazer que elas provocam. Sem esses componentes, os ouvintes não são atingidos e logo perdem o interesse pelo que está sendo apresentado.
Segundo Abramovich (1993), "o ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo. Afinal, tudo pode nascer dum texto!" A criança, ao ouvir histórias, vive todas essas emoções. Afinal, escutar histórias é o início, o ponto-chave para tornar-se um leitor, um inventor, um criador.
Fonte: PIPOCando Historias
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