sábado, 1 de maio de 2010

REVESTIVOS DA ARMADURA DE DEUS

Texto base: Efésios cap.6, vers. 11 a 18
Paulinho, tinha 10 anos. Era esperto e curioso. Também era aluno da EBD de sua igreja e não perdia nenhum culto. Ele gostava muito de estudar as grandes historias da bíblia. E tinha alguns personagens que ele gostava muito como Davi, Sansão, Gideão entre outros. Certa vez ele estava na escola junto com seu amigo Gustavo, eles brincavam e conversavam quando chegou perto deles um menino mais velho que eles, e que tinha fama de brigão, na escola. As outras crianças chamavam esse menino de Caco.
Caco se aproximou de Paulinho e Gustavo e começou a insulta-los. Ele queria arrumar briga com eles.Gustavo ficou com muito medo, mais revidava as provocações de Caco, e isso deixava Caco mais ainda nervoso. Paulinho tentava acalmar seu amigo Gustavo, dizendo que brigar não ia adiantar nada. E também pedia ao Caco que fosse embora porque eles não iam brigar com ele. Quase que Gustavo e Caco brigam de verdade, quando chegou a diretora e colocou ordem naquela situação.
Na hora de ir embora para casa, Gustavo e Paulinho foram conversando sobre o que havia acontecido. Gustavo queria saber como é que Paulinho ficou tão calmo naquela situação, com aquele menino tão brigão. Foi então que Paulinho começou a contar para Gustavo sobre as historias da bíblia. E Paulinho contou sobre a armadura de Deus.
- Sabe Gustavo eu fiquei calmo porque estou revestido com a armadura de Deus.
- Armadura de Deus? perguntou Gustavo.
Então Paulinho começou a lhe explicar: - É Gustavo, nós quando temos Jesus no nosso coração, não ficamos com medo a toa não, a bíblia, no livro de efésios, nos ensina que podemos nos revestir com a armadura de Deus. E estaremos prontos para enfrentar todas as situações difíceis que aparecerem.- E como é essa armadura? perguntou Gustavo
- Ah! ela é muito especial, ela é invisível, só sabemos que estamos com ela quando confiamos em Deus. E ela é completinha tem cinturão, tem couraça, tem sapato próprio, tem escudo, tem escudo, tem capacete e até espada. Gustavo ficou encantado com tudo que ouvia e ia pelo caminho perguntando muitas coisas sobre a armadura e Paulinho muito feliz ia explicando tudo pra seu amigo. Então Gustavo ficou tão entusiasmado que perguntou:
- Nossa Paulinho, que da hora essa armadura, cara. Eu também quero vestir, como eu faço?Paulinho respondeu:- Que legal Gustavo, então faz assim, domingo eu te pego na sua casa pra te levar no culto, e ai se você aceitar Jesus no seu coração, você vai poder orar e dizer a Deus que você também quer ser revestido com a Armadura De Deus.
Gustavo muito feliz respondeu:- Demais!!! Agora quero ver aquele Caco vir me provocar.
- É isso ai !! disse Paulinho.
E os dois amigos continuaram seu caminho rindo muito.
Adaptado







Como podemos contribuir para tornar a E.B.D. mais atuante e interessante?




1. SAIBA COMO PLANEJAR, COM EFICÁCIA, SUA AULA:

Conteúdo deve ser de pleno conhecimento do professor, o primeiro a ser considerado no planejamento da aula. Extensão e tempo é necessário verificar a quantidade de informações e ensinamentos a serem transmitidos. É preciso fazer uma seleção de conteúdos, priorizar as informações e ensinamentos que mais se harmonizam com os objetivos da aula, de forma prática no tempo disponível. A exposição de uma lição requer uma boa distribuição de tempo:

-Abertura (5%) – uma espécie de “quebra-gelo”: pergunta, brincadeira ou dinâmica para descontração dos presentes (geralmente ligada ao tema).

-Introdução (10%) – estabelecimento de relações com o tema estudado na aula anterior. Desperta a disposição para a aprendizagem. É por isso que deve haver criatividade, por parte do professor, que, também, precisa utilizar notícias de jornal, fatos contemporâneos, ilustrações e experiências corriqueiras para que os alunos se familiarizem.

-Interpretação (30%) – a argumentação bíblica do professor deve ser consistente com as verdades contidas na Palavra de Deus, de tal modo que os alunos posam interpretá-las e aplicá-las. Aplicação (40%) – o aluno deve ser estimulado a mudar aspectos de sua vida para andar de acordo com o que está contido nas Escrituras: os princípios, leis, ensinamentos que devem ser levados em consideração, esclarecidos e assimilados para a formação do caráter cristão.
É o momento no qual deve-se estimular a participação, o partilhar de experiências que propiciem edificação e aprendizado. Tudo isto deve ser feito com a supervisão e direcionamento do professor para que não se escape dos objetivos da aula.

-Conclusão (15%)- recapitulação das principais informações transmitidas e repasse de conhecimentos aprendidos. É o momento de fechar idéias, confirmar doutrinas e demonstrar a importância da mudança de atitudes e comportamentos. É momento de comunhão e edificação espiritual, por meio do qual os alunos farão uma introspecção para expor, diante do Senhor, a situação real de sua vida em busca de mudança.

A importância do planejamento e do ensino eficaz:
É o momento no qual o professor vai explorar, ao máximo, o seu potencial e criatividade, constatando o interesse dos alunos pela Palavra de Deus e o desejo de retribuir o que lhes foi ensinado. Para alcançar isto, o professor deve ser previdente e organizado, administrando o seu tempo semanal com a meditação da lição que vai ensinar. Por meio do ensino, o professor desperta a mente do aluno para captar e reter a verdade, motivando-o a pensar por si mesmo, da seguinte forma:

1. O aluno precisa crer que não é o professor que o ensina. O professor tem que fazer com que o aluno pense por si mesmo, estimulando a sua atividade intelectual para que ele descubra as verdades implícitas na sua mensagem. Somente há aprendizagem com a atividade mental dos alunos. Para isto, devem ser guiados de tal forma que possam expressar com segurança seus novos pensamentos, com base nos resultados da leitura e observações do professor.

2. O professor deve explicar o novo com base no antigo, partindo do conhecido para o desconhecido, do claro para o obscuro, do fácil para o difícil. A eficiência do seu ensino está na apresentação de imagens já conhecidas para que os alunos façam associações, da mesma forma que Jesus o fazia com as parábolas.

3. Deve-se considerar a faixa etária, as condições sócio-econômicas, bem como os interesses do aluno para que possamos ensiná-lo de acordo com as suas necessidades, adaptando o ensino ao desenvolvimento moral e espiritual dos mesmos (ou seja, à altura espiritual dos alunos).

4. A verdade a ser ensinada deve provocar mudanças na vida do professor, permitir que o mesmo se emocione, sinta o impacto daquela palavra ensinada em sua vida e a pratique. Quem domina a lição e permite que ela o comova, também saberá comover os seus ouvintes.

5. Vejamos o que Myer Pearlman diz acerca do papel do eficiente professor: “...Você, professor, tem de relacionar constantemente as partes das Escrituras – comparando as histórias com as doutrinas, as profecias com seu cumprimento, os livros com os livros, o Antigo Testamento com o Novo Testamento, os tipos com os arquétipos (modelos, anotação nossa), para que o aluno aprenda que a Bíblia não é uma coleção de textos e de fatos separados, estanques, mas uma unidade viva, cujas partes estão relacionadas vitalmente umas com as outras, como os membros do corpo humano. Vimos depois que o professor precisa aplicar continuamente a lição à vida individual, e à coletiva, para que o aluno fique sabendo que todo ensino bíblico está relacionado com os fatos de sua vida. Nenhum ensino bíblico é teórico, sem aplicação prática.”

2. COMO O PROFESSOR DEVE SE PREPARAR

1. Preparo espiritual – à frente da sala deve estar um verdadeiro cristão, alguém que tenha uma real experiência de conversão e que procura santificar sua vida. Tal serviço prestado ao Rei é resultado de uma vocação, um gesto de adoração. Não basta ser profissional, é necessária a submissão ao Senhor Jesus, uma vida de adoração, de execução da Sua vontade e busca pelas coisas de cima, tal como o salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei.” (Sl 119.18). É preciso reconhecer-se dependente do Senhor, incapaz de compreender a Palavra sem o Seu auxílio, moldando a sua vida de acordo com esta Palavra.
O professor deve ser um depósito de verdades divinas e fiel guardião da sã doutrina à medida que viver em comunhão com a Palavra de Deus (Sl 119.97; Ex 3.1). Este amante da Palavra, certamente, vive com o seu coração a ferver com palavras boas, ensinamentos eternos e vivos que fazem toda a diferença (Sl 45.1).

2. Preparo bíblico eficaz - o preparo espiritual é um pré-requisito indispensável para se dar início ao preparo bíblico, num profundo mergulho nas Escrituras, que se apresenta nas seguintes atitudes: fazer diversas leituras do texto bíblico, comparando as diferentes versões; formar uma biblioteca pessoal que contenha dicionários, concordâncias, comentários e manuais bíblicos que auxiliarão na interpretação dos textos; fazer diversas perguntas ao texto para identificar promessas, ordens, mandamentos, princípios, doutrinas, orientações e lições. O descuido com a pesquisa traz inúmeros prejuízos à aula, o que contribui para desmotivar os alunos; fazer um esboço detalhado do texto bíblico – dividir o texto em partes menores permite a assimilação de novas informações; selecionar as lições mais importantes do texto – a Bíblia é como um poço de águas cristalinas que saciam a nossa sede; como uma caverna que contém inúmeros tesouros, os quais, para serem encontrados, requerem tempo, paciência e coragem de quem os busca. Deve haver prazer em meditar na Lei do Senhor (Sl 1.2) para efetuar este intenso trabalho de pesquisa.

3. Estudo da lição desde o início da semana - o ideal seria que todo professor reservasse, pelo menos, meia hora de cada dia, para estudar a lição. Dessa forma, resolveria aquelas questões que surgem, durante o estudo, antes de ministrá-lo à sala, encontrará melhores ilustrações e referências para o assunto, disporá de mais tempo para orar, bem como contar com a função cerebral subconsciente, segundo Myer Pearlman: “O subconsciente nos ajuda muito. Sabe-se que por meio do subconsciente aprendemos muito. Depois de havermos feito um estudo árduo e consciente de um assunto, nossa mente continuará trabalhando na questão, enquanto dormimos ou cuidamos de outras coisas. O ditado muito conhecido que diz ‘consulte o travesseiro’ acerca de uma decisão ou problema, está certo. É exemplo do que vimos dizendo sobre o subconsciente. Mas acima de tudo, lembre-se de que por meio da oração é possível estimular sobrenaturalmente as nossas faculdades mentais. ‘Ele os guiará em toda verdade’, diz-nos Cristo. Note que a palavra ‘guiar’ subentende que devemos estar procurando a verdade, ou em outras palavras: estudando.”

4. Estudo consciente - o texto bíblico da lição deve ser averiguado, analisado, dissecado, experimentado antes da investigação profunda do comentário da revista. Ajuntar material além do necessário para a aula. Isso depende da aplicação e dedicação do professor que deseja inspirar amor pelo estudo, trazendo informações adicionais ao texto da lição para a classe. Estudar o texto e o contexto de forma detalhada.

5. Registro pessoal de seu estudo – o professor deve preparar-se em oração e fazer anotações pessoais (na escrita e na prática) que estejam relacionadas à edificação do caráter cristão e testemunho pessoal. A mensagem a ser transmitida deve provocar o efeito da transformação de vidas. Daí a necessidade do testemunho pessoal.

6. O estudo da lição – o planejamento da aula com base nos objetivos da lição é fundamental para que o professor ensine uma mesma verdade de várias maneiras. Tudo o que ele disser deve estar centrado no objetivo principal da lição. O tema principal será como um Sol, ao redor do qual se moverão todos os pensamentos a ele relativos, tais como os planetas o fazem ao redor da maior estrela.

7. Apresentação da lição - o início da aula é o momento de negociação, momento no qual o professor vai lançar o anzol com uma isca bem apetitosa para atrair o aluno a si, mantendo-o fisgado. Para isto, ele deve elaborar estratégias que façam o aluno pensar, despertem o seu interesse, explicando verdades novas com o auxílio de verdades já assimiladas. O esboço não deve ser lido para a classe. Deve ser apresentado como um esqueleto que o professor vai revestir com a carne, usando os comentários necessários para revesti-lo e tornar a mensagem compreensível.

8. Ilustração da lição - o professor precisa estar atento ao limite de tempo que possui para que possa ministrar a aula de acordo com o objetivo principal. Myer Pearlman compara a ilustração da lição à edificação de uma casa: “ Dominar a matéria e determinar o objetivo correspondem, digamos, a fazer um desenho da casa pronta, e elaborar a descrição detalhada da planta. Pode incluir a decisão quanto ao material que se há de usar. A introdução da lição representa a abertura dos alicerces. Resumir a lição é levantar as estruturas de concreto. As perguntas correspondem às divisões revisadas. Pediu-se aos alunos que respondessem a algumas perguntas acerca do assunto. Por meio de trabalhos práticos, por escrito, ou por meio de diálogo, o professor dará o acabamento à obra.”Ele ainda acrescenta: “As ilustrações correspondem às janelas e às lâmpadas elétricas que iluminam as dependências da casa.

As ilustrações esclarecem o tema, ajudam o aluno a compreendê-lo, e assim mantém seu interesse. Por isso, é melhor o professor preparar uma lista de ilustrações.”Para fazer bom uso das ilustrações, o mesmo autor deixa-nos algumas sugestões de como as ilustrações devem ser:Mais claras que a verdade que ser ilustrar; interessarem o aluno e estar relacionada à sua experiência, relacionarem-se realmente com a lição; apresentadas com um certo limite, evitando-se o excesso; causar boa impressão; sugerirem boas idéias; aplicadas à verdade e a verdade aplicada à ilustração. Ex.: parábolas.A conclusão da lição - é o momento no qual o professor vai trabalhar para despertar no aluno o firme desejo de colocar em prática tudo o que aprendeu, dando a ele oportunidades para memorizar a mensagem principal e amar a verdade ali ensinada. Pois o que mais importa é a aplicabilidade do conhecimento, o que nos faz recordar a unidade do homem como a apresenta Pestalozzi: espírito – coração – mão. Observando este aspecto, o professor possibilitará o desenvolvimento da tríplice atividade humana, contribuindo para o aprimoramento da inteligência, da moral e da técnica: conhecer – querer – agir:

“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl.119.11).

Fonte: EBD Online


segunda-feira, 26 de abril de 2010

SEMINÁRIO E MONTAGEM DE EBF

OFICINA HISTÓRIA EM AVENTAL
OFICINA DATAS ESPECIAIS - DIA DAS MÃES
OFICINA CRIATIVIDADE NA EBDQuem participou de uma Escola Bíblica de Férias (EBF) na infância não esquece os momentos, corinhos e brincadeiras, as criatividades dos professores e seus rostos alegres. É notória a importância da EBF no evangelismo e formação do caráter cristão das crianças. Muitos professores de hoje são frutos do ensino bíblico que receberam nas aulas durante as férias escolares. A modalidade que conquista cada vez mais alunos vem se adaptando ao longo dos anos. Muitas igrejas estão renovando as estratégias e ajustando suas programações ao público que freqüenta as aulas.
Classes para pais, com palestras de saúde, educação infantil e aulas de artesanato, são algumas das novidades. Os frutos continuam brotando e podem ser testemunhados em todas as Igrejas. Uma prova de que as férias para esses alunos ficarão marcadas durante toda a vida.
A Escola Bíblica de Férias é um trabalho específico da igreja que, como já sugere o título, deve ser realizado no período das férias escolares, buscando atender não só as famílias da Igreja, como as famílias da comunidade, intensificando assim, a relação igreja – comunidade.
Realize uma Escola Bíblica de Férias na sua Igreja. Prepare seus professores com o NOBEC-Recife.





sábado, 17 de abril de 2010

IGREJA EVANGÉLICA BATISTA ÁGAPE - RECIFE FAZ TREINAMENTO COM O NOBEC











"E o que de minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros"(2 Timóteo 2.2).

IGREJA EVANGÉLICA BATISTA ÁGAPE





































A Importância da Preparação


Quando nos entregamos a Deus, assumimos um compromisso de sermos fiéis a ele. Para cumprir a nossa obrigação de obedecer tudo que Jesus tem nos ordenado (Mateus 28:18-20), precisamos estudar para conhecer bem a palavra dEle. Paulo disse a um irmão mais novo: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Timóteo 2:15). Pedro escreveu a discípulos espalhados em vários lugares: "...santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós..." (1 Pedro 3:15). Ser preparado para falar a outros faz parte da nossa devoção ao Senhor e o NOBEC preparou com sabedoria a equipe de professores da Batista Ágape. Parabéns ao Pr Wilhiam, aos coordenadores do Ministério Infantil Rute e Fagner pelo desafio de levar o Evangelho aos Pequeninos de forma criativa através deste Curso de Capacitação. Toda honra e toda glória para o Senhor Jesus.

Foi com essa VISÃO que a Igreja Batista Ágape realizou treinamento para todos os seus líderes de crianças. Grandes coisas fez o Senhor neste dia. Obrigada Jesus!

NOBEC-RECIFE FAZ TREINAMENTOS







Treinamento realizado na Igreja Evangélica Sião em Moreno/PE, no dia 10 de abril.


domingo, 4 de abril de 2010

“ELE NÃO ESTÁ MAIS AQUI, MAS RESSUSCITOU”




(Lucas 24:6).


Jesus ressuscitou! Ressuscitou! Essa palavra ressoa poderosamente atravessando os séculos. Ela pode ter sido a palavra mais poderosa que jamais foi pronunciada. Entre todas as grandes proclamações da História, nenhuma se compara em grandeza de significação a esta simples afirmação. Esta declaração levou o espanto e a alegria aos seguidores de Jesus. Ela se tornou o assunto central da pregação apostólica. De fato, cada ponto da Bíblia gira em volta desta ressurreição vitoriosa de Jesus Cristo, deixando à sepultura e o poder do diabo que essa sepultura representava.
Jesus ressuscitou! Por causa da ressurreição de Jesus, podemos ter fé, esperança e salvação do pecado. Porque Jesus conquistou a morte, podemos aguardar uma vitória eterna sobre a prisão da cova (1 Co.15).
Com este milagre Deus oferece a maior prova da Sua existência, de Seu poder, de Sua pureza e de Seu amor. Tudo o que é bom em Deus é resumido na força desta declaração: Jesus ressuscitou! Todas as nossas esperanças na eternidade estão contidas nesta simples expressão de triunfo.
Agradeçamos a Deus pelo fato maravilhoso que é a ressurreição de Jesus.
Tomemos a resolução de viver cada dia como seguidores vitoriosos de nosso triunfante Senhor, de maneira que possamos elevar-nos para estar com Ele na Eternidade.
Que estas palavras soem claramente em nossos ouvidos: Jesus ressuscitou! Aleluia!

domingo, 28 de março de 2010

Quando falamos em leitura, pensamos logo no processo de alfabetização, compreensão e interpretação de palavras. Porém, leitura é muito mais que decodificar palavras, é ler o mundo das imagens, dos símbolos, das relações e dos sentimentos. Paulo Freire afirmava que a leitura de mundo antecede a leitura da palavra e caracteriza-se pelas relações entre o indivíduo e tudo aquilo que o cerca.

Como leitor, o ser humano constrói-se como agente de sua própria história. Para isto, a leitura de mundo, de tudo aquilo que Deus criou (Sl 19), é essencial para o desenvolvimento da sua fé. Com o auxílio do Espírito Santo, a leitura torna-se viva, ampliando a visão do leitor.
Para o cristão, é importantíssimo conhecer o registro da palavra da verdade, que é a Palavra de Deus, a Bíblia. Ela é um livro especial que traz os princípios da fé do povo de Deus através dos tempos. A manifestação divina mostra-se ativa no desenvolvimento do ser humano e esta interação, do ser com o Divino, através da leitura de mundo e da leitura da palavra, resultará na construção de atitudes significativas para a vida cristã.
O hábito da leitura exige esforço e reflexão, mas não deixa de ser fonte de prazer, visto que o que prevalece é a troca de idéias entre o autor e o leitor (Nm 8.1-8). O registro da palavra de Deus nos oferece exemplos da importância do ato de ler. Crianças judias, desde a tenra infância, eram levadas a amar a Palavra (Pv 4.1-10). Quando adolescente (Lc 2.42-51), Jesus mostrava capacidade não só para citar passagens bíblicas, como depois de adulto ainda citá-las com extrema rapidez (Lc 4.16-17). Paulo de Tarso, mesmo idoso e encarcerado (II Tm 4.13), não se esquecia de suas leituras, deixando-nos um exemplo de determinação e coragem.
Formar leitores assíduos e interessados é o grande desafio de todo educador de EBD e de Escola Teológica, visto que o incentivo à leitura é o caminho para fixar no coração do ser humano as verdades acerca da fé e da fidelidade. Para alcançar seus objetivos, deverá adotar metodologias específicas para cada departamento da igreja ou faixa etária.
Primeiramente, é importante, que o educador ame a leitura e seja um ávido leitor, por que somente assim, terá condições práticas para estimular a leitura. Posteriormente, poderá utilizar recursos como contação ou narração de histórias para grupos de crianças (fantoches, flanelógrafo, maquete, dobradura, dramatização,...).
Para grupos de adolescentes e jovens, o educador poderá utilizar leitura compartilhada, procurando relacionar com o contexto do educando, como também troca-troca de livros, onde todos poderão participar de acordo com as suas preferências.
Para grupos de adultos ou Escola Teológica, o educador poderá formar um bate-papo entre leitores, onde a sua função será de estimular a interação do leitor com o escrito, chamando a atenção para elementos não percebidos no texto, desencadeando assim o ato interpretativo.
Logo, formar leitores, não é simplesmente decodificar símbolos e manipular palavras, é antes de tudo, estimular a ler o mundo e através das interações de leitura conhecer a Deus. Esta interação despertará novos ideais, trará contentamento e o desenvolvimento espiritual do ser humano, porquanto a sabedoria entrará no coração e o conhecimento será agradável à alma (Pv 2.10).

Boas Leituras!!

Texto de Angela Cristina Hammann

PESCANDO ADOLESCENTES!

Quem observa a tranqüilidade de um barco ao mar e o som do vento a bater na linha de um anzol não imagina a rotina exaustiva e arriscada que os pescadores enfrentam.
Antes mesmo de o sol nascer, muitos já pegaram suas canoas ou barcos para se aventurarem em alto mar, mas a hora da volta para casa é uma incógnita a cada dia.
Esta vida, regada de esforço, sacrifício e persistência tem chamado a atenção de inúmeros antropólogos e estudiosos na construção de pesquisas relacionadas ao ato de pescar.
Cristo, o maior Mestre, utilizou-se da figura do pescador para dar ênfase a um chamado específico: o de pescar gente (Mt 4.19).
Evangelizar, discipular e educar adolescentes também faz parte deste chamado. A missão do educador, neste contexto, é promover uma prática educativa plena, tendo como propósito alcançar (pescar) a mente e o coração do adolescente através da palavra de Deus. Mas como ter êxito nesta “pesca”? Como levar os adolescentes a uma vida cristã saudável e produtiva?
Na verdade, ninguém sabe com precisão como pescar, ninguém além Daquele que criou os peixes. O aperfeiçoamento em uma pescaria, (ação pedagógica – ato de discipular/educar) só se dará através da prática. E o sucesso da prática nesta pescaria se dará se seguirmos os termos de Cristo.
O ensino de Cristo prezava pela totalidade do ser humano, primando por uma educação libertadora. Visava integrar o ser, valorizando-o como parte do todo e estimulando os pecadores a refletirem e a mudarem a sua postura baseados na fé.
Ao refletirmos sobre uma prática pedagógica que vise alcançar o adolescente como um todo, devemos observá-lo e entendê-lo em todo o seu contexto de vida, seja espiritual (o seu conhecimento sobre Deus) ou física (características de personalidade e contexto sócio - histórico).

Nessa perspectiva, é possível compreender a adolescência como sendo constituída socialmente, a partir das necessidades sociais, econômicas, espirituais e das características que vão se constituindo no processo que chamamos de vida.

É importante ressaltar que esta visão e ação de Cristo não é comum a todos. Grande parte das linhas teóricas vigentes em nossa sociedade é pautada na generalização de estereótipos, enfatizando e destacando somente marcas ou características do corpo do adolescente, ignorando outros fatos, como a vida espiritual, que também fazem parte desta fase da vida.
Assim sendo, não existe uma prática padrão para pescarmos/discipularmos adolescentes, mas existem estratégias que podem ser consideradas como utilitárias para o crescimento do Reino de Deus.
A estratégia de Cristo era relacionar a verdade com a vida e pregar a praticidade nos seus ensinamentos. Ele ensinava como viver uma vida com Deus.
Seguindo seu exemplo, a pescaria/discipulado de adolescentes deve ser relacionado com o cotidiano dos mesmos e produzir mudanças no seu estilo de vida. Para isso é necessário sentir as necessidades daqueles a quem desejamos discipular. Conversar, dialogar, ser amigo, “gastar tempo” ouvindo, são estratégias simples que dão ótimos resultados. Para Paulo Freire, é através das relações dialógicas, da conversa, da troca de idéias, que o sujeito, a saber os adolescentes, tem a possibilidade de sair do estágio de transição de consciência ingênua para o estabelecimento da consciência crítica sobre si e sobre a realidade, de forma a realizar intervenções sobre ela. Ou seja, ao participar ativamente da vida cristã, fazendo escolhas, expondo idéias e sonhos, estudando e estabelecendo relações com a Palavra, o adolescente assumirá o papel de um verdadeiro cristão e será um agente transformador da sociedade em que vive.

Texto adaptado

ESTOU PENSANDO EM ENSINAR. E AGORA?



Por onde devo iniciar?
Como? Quando?
Por quê?
São múltiplos os questionamentos, escolhas e desafios para quem inicia na arte de educar pessoas. As Escrituras auxiliam-nos a entender sobre o que é ensinar e o que pode representar na vida do educador.
No Antigo Testamento, onze palavras hebraicas diferentes são traduzidas por “ensinar” ou “instruir”. A principal palavra é “lamath” e conforme a sua referência é traduzida como ensinar ou aprender. Para tanto, ensinar significa “estimular o aluno a ser capaz de imitar ou de aplicar na vida prática o que ele acaba de saber”. Como por exemplo, em Deuteronômio 5:1 e Salmo 32:8. No Novo Testamento, a principal palavra para ensinar é “didasko”. Traduzida também como “ensino”, “doutrina”, “professor”, “mestre”. Enfatiza o aprendizado através da experiência e do envolvimento. Como por exemplo, em Efésios 4:21, Colossenses 1:28, 3:16 e II Timóteo 2:2. Diante disto, pode-se afirmar que, ensinar é ajudar outrem a entender, aprender, absorver algo que não havia apreendido ou compreendido, visando uma mudança no pensamento, no sentimento e na ação.
Alguns conceitos educacionais são descritos por Sam Doherty, como princípios fundamentais do ato de ensinar. Destacam-se alguns pontos fundamentais:
*Princípio da Dedicação: Determina QUEM deve ensinar (Dt 4:9). O ensino eficiente exige dedicação (santificação, consagração, separação) a Deus por parte do educador.
*Princípio da Motivação: Enfatiza o PORQUÊ de ensinar (Dn 12:3). O ensino eficiente exige que o educador esteja motivado para seu ministério.
*Princípio da Definição: Exemplifica O QUE o ensino é. O ensino eficiente depende de uma compreensão clara do que o ensino é e representa. (Sl 32:8 - Ef 4:21)
*Princípio da Iluminação: Indica COMO nosso ensino deve ser eficiente. O ensino depende da iluminação do aluno por parte do Espírito Santo (Jo 16:8 – I Co 2:13).
*Princípio do Bom Fundamento: Mostra ONDE encontramos a mensagem que ensinamos. O ensino eficiente está fundamentado na Bíblia, a Palavra de Deus. (II Tm 3:16 – II Pe 1:21)
*Princípio da Intercessão: Lembra da responsabilidade de vivenciar o ensino na oração. (Tg 5:16 – Lc 11:9-10)
Que estes conceitos referentes às verdades do ato de ensinar, possam encontrar guarida no coração de educadores que se dedicam ao ministério de educar pessoas para o Reino de Deus.
Texto de Angela Cristina Hammann - adaptado

sexta-feira, 26 de março de 2010

PROFESSOR-ALUNO


RECICLAGEM É FUNDAMENTAL PARA APRIMORAR A MISSÃO DE ENSINADOR


Como educador e profissional de comprovada influência na formação do caráter e na educação de pessoas, o professor precisa se reciclar sempre para ter bom desempenho como ensinador. Em se tratando de um professor de Escola Dominical, jamais deve-se ter a idéia ou pretensão de delegar ao Espírito Santo aquilo que é obrigação sua como estudo e preparo adequados das lições que vai ensinar. O professor pode até possuir conhecimento que julgue suficiente sobre determinada área, mas ainda assim é possível melhorá-lo. O professor de ED que se preza sabe, à luz da Palavra de Deus, que será preciso ser, inquestionavelmente, tanto professor quanto professor-aluno. Cada um tem o dever de aperfeiçoar a sua individualidade.Como professor, devemos repassar o que aprendemos aos nossos alunos. Como professor-aluno, precisamos buscar conhecimento para o aprimoramento da profissão que abraçamos e desempenhamos. Esse princípio está norteado no ensino do divino Mestre: “Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque aquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem, até o que tem lhe será tirado”, Mt 13.11-12.O professor já tem o saber, porém, precisa de novas informações, mesmo possuidor de experiência e formação cultural já definidas. Já foi dito que “o ignorante aprende e o que sabe recorda” (Baltazar Gracian). Quem não se dispõe a aprender não ouse ensinar. Ensina-se quando aprende-se; aprende-se quando estuda-se.

O professor precisa ser aluno, porém, um aluno-professor. Nisso não há demérito.Eis algumas ocasiões, nas quais o professor precisa ser aluno.Quando o ensinador toma conhecimento de temas de lições programadas para determinada classe - Neste ponto, deve embrenhar-se no caminho da pesquisa, para enriquecer seus conhecimentos, a fim de alcançar seus alunos;Quando compreende o valor de métodos criativos - O professor que pretende passar conhecimento, voltado para a boa formação do seu aluno, deve aplicar métodos criativos na ministração de suas aulas. O rendimento é indiscutível; Quando é sensível às necessidades de seus alunos - Nem sempre o aluno tem aptidão para absorver o que lhe é passado no comentário da lição, senão com um pouco de persistência e paciência do professor, se este é sensível à provável necessidade do aluno;Quando reconhece que o ensino envolve toda a sua vida - O ensino não será absorvido se o aluno perceber que o professor não vive o que ensina. A auto-avaliação é necessária.O professor precisa ser aluno porque é professor. “Se é ensinar, haja dedicação ao ensino”, Rm 12.7. O professor que ensina a uma faixa etária de comprovados conhecimentos não pode ser reticente ou repetitivo em suas informações e afirmações, sob pena de perder um pouco de sua credibilidade.

A Palavra de Deus diz “haja dedicação ao ensino”. O que o Espírito Santo determina é que o professor precisa aprender mais. E já foi dito por experimentados profissionais do ensino que “nunca se sabe tanto que não se precise aprender mais um pouco”.Questão de consciênciaDescrevemos, a seguir, outras razões nas quais são manifestas ocasiões em que o professor precisa ser aluno:Quando toma consciência de sua vocação para o ensino - O professor tem que partir para expansão de seus conhecimentos, especialmente quando se trata da Escola Dominical, uma vez que há variados temas adotados a cada trimestre do ano letivo. Ensinaríamos uma disciplina sem que a conhecêssemos? Para conhecer é preciso estudar e é aí que o professor precisa ser aluno.

Vejamos algumas razões:

a) Por serem temas que obedeceram a outra linha de raciocínio, derivados de outra mente, embora fertilizada pela Espírito Santo, que também inspira o “professor-aluno”. Pesquisar é preciso.

b) Como em cada lição existem mistérios que Deus quer revelar a seus filhos, e o professor da ED, em sua vocação de ensinar, é responsável por transmiti-los, é mister que o ensinador se faça professor-aluno e, através da oração e meditação, seja divinamente orientado para levar ao seu aluno a revelação de Deus.

c) Outra ocasião se instala quando o professor necessita de avaliar a qualidade de suas próprias aulas, tentando encontrar algum ponto suscetível de melhoras. Essa auto-avaliação somente será bem sucedida se o professor estudá-la. O Dicionário de Verbos e Regimes, 4ª Edição, página 288, no pronominal agregado ao conceito de ensinar, chama isso de “aprender por si; avisar-se”.Quando encarar o magistério em Cristo como uma chamada divina - Como uma comissão do Mestre por excelência, com submissão a Cristo, com lealdade à sua igreja e disposição para possuir atitudes de aprendiz, aí se dará o momento “quando o professor precisa ser aluno”. A partir desse ponto, o professor nunca o deixará de ser, ainda que tenha a qualificação de professor.

No professor que a si mesmo se cuida, vê-se exaltada a profissão do ensinador. Se há um direito de ensinar, há também, obviamente, um dever de aprender. A partir desta premissa, fica claro que em muitas ocasiões o professor precisa ser aluno. Vale salientar que o professor é a única pessoa que deve encontrar razão para estudar. Se lhe falta o interesse, nada mais poderá ser feito, senão lamentar-se.

É do escritor brasileiro Rui Barbosa a célebre frase: “Não há tribunais que bastem para obrigar o direito quando o dever se ausenta da consciência”. É preciso força de vontade do indivíduo para descobrir que sua própria capacidade de trabalho é renovável. Aliás, é uma exortação bíblica. “Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento”, Rm 12.2. Verdade é que o professor pode aprender as técnicas de ensino e aplicá-las no processo de aprendizagem dos seus alunos, porém, precisa ter força de vontade e desejo de trabalhar. Diz o escritor William Martin, em sua introdução ao ensino da Escola Dominical: “Só se aprende com a prática”. Portanto, aprendendo as técnicas do ofício de ensinar e trabalhando adequadamente, chegar-se-á um dia à qualificação de bons mestres.

Entende-se que o professor voluntária ou involuntariamente está sempre na esfera do aprendizado. Aprendendo a ouvir.

Estudando a expressão do apóstolo Paulo em 2 Timóteo 2.1-2, nos deparamos com quatro gerações de cristãos com um método único e eficaz de aprendizado: o ouvir. “Tu, pois, meu filho,fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus e o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem a outros”. As quatro gerações de cristãos acima mencionadas têm funções similares na área do ensino.

-A primeira tem, por exemplo, o apóstolo Paulo, que confessou: “Recebi do Senhor o que também vos ensinei”.

-A segunda recebeu pela audição. Paulo afirma: “O que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste”. Timóteo, por exemplo, recebera a comissão de ensinar o que aprendera junto a outros (“muitas testemunhas”), repassando-o para a terceira geração (“homens fiéis”), e esta, por sua vez, ensinaria à quarta geração (“outros”). Assim, temos Cristo, que ensinou a Paulo; Paulo, que ensinou a Timóteo; Timóteo, que ensinaria a homens fiéis, que ensinariam a outros.

O método audio-visual foi de uma eficácia indiscutível, fantástica, com resultados que perduram até os nossos dias, depois de quase dois mil anos. Cada geração, especialmente as duas primeiras, precisaram se reciclar, como vemos na expressão: “Fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus”, a fonte onde deveriam permanecer ligados como alunos.

É de vital importância a atualização de conhecimentos já adquiridos, principalmente quando tem-se a responsabilidade de transmiti-los para não serem passadas informações defasadas, revelando desconhecimento, apresentando ignorância de fatos novos. Fonte atualizadora. Uma fonte segura para um pesquisador se reciclar é a que procede de origem divina, a Palavra de Deus, de onde tiramos lições e métodos insuperáveis para alcançar os propósitos que Deus tem para com os seus.

Lemos em 2Timóteo 3.16-17: “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”.

O professor da Escola Dominical não é um professor comum. Ele não ensina matérias simplesmente pesquisadas, mas reveladas. As pesquisas trazem muitas novidades, e por isso mesmo surge a necessidade de reciclagem para o professor, para sua atualização. O professor da Escola Dominical falará de temas oriundos do céu, da divina fonte. Deus quer que os homens conheçam seus mistérios, como lemos em Colossenses 1.26-28: “O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; aos quais Deus quis fazer conhecer quais as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; a quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo”. O próprio Mestre orando ao Pai (Jo 17.26) fez algumas revelações importantes para os que ousam se chamar professores da Escola Dominical, mas que recusam atender aos requisitos aqui explicitados: “(...)lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais”. Ora, se seus discípulos já tivessem os conhecimentos completos daquilo que haveriam de ensinar, não teriam necessidade de “conhecer mais”. Nisso conhecemos mais um momento, quando o professor precisa ser aluno. Há sempre o que se aprender, de cujos conhecimentos há sempre o que se ensinar. Nossos conhecimentos jamais se completarão.

O eunuco da rainha de Candace era, em sua época, um homem culto. Afirmamos isso em virtude da função que exercia como ministro da Fazenda. Contudo, muito havia que aprender e por isso disse a Filipe, no tocante à palavra profética que lia: “Como poderei entender, se alguém não me ensinar?” At 8.31. Ele recebeu o convite de Filipe, servo do Senhor, para aprender o significado da Escritura não compreendida. É imperioso que se entenda entre os chamados mestres a importância de se aprender sempre.

Quando o leitor deste artigo estiver debruçado sobre este conteúdo, passar-lhe-á pela cabeça inúmeras razões não abordadas aqui e que com certeza estarão estimulando-o a alinhar-se as aqui apontadas, com a consciência esclarecida de que “Nunca se sabe tanto, que não se precise aprender mais um pouco”.

A IMPORTÂNCIA DO LÍDER

“Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas” (Mc 10.14).

No decorrer dos séculos, muitos crentes têm rejeitado os esforços das crianças para se aproximarem do Salvador. Charles Spurgeon, um famoso pregador inglês, escreveu: “Que maravilha será ver nossas crianças firmadas na doutrina da redenção por Cristo! Se forem prevenidas contra os falsos evangelhos desta era perversa, e ensinadas a firmar-se na rocha eterna da obra consumada de Cristo, podemos esperar que a próxima geração venha a manter a fé e que será melhor do que a de seus pais”.Não é preciso muitas pesquisas para perceber o quanto Jesus ama as crianças. Ele demonstrou isso quando as abraçava e as abençoava: “Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou”.(Mc 10.16)

Ainda existem muitas igrejas que não dão o devido valor ao ministério infantil, encaminhando sempre quem não tem dom para cantar, dançar, pregar, para ficar com as crianças, como se esse ministério fosse menos importante.

O diabo não pensa assim. Ele investe pra valer nas crianças, prova disso são as infinidades de programas, desenhos, brinquedos, jogos, etc, que são criados para elas; cheios de novidades, cores e muitos outros atrativos. Sabemos que a criança é um produto do meio em que ela vive, tudo o que ela ouve, assiste na TV, aprende na escola, contribui para a formação da sua personalidade e caráter.

“Qualquer, porém, que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar”(Mt 18.6)

Jesus ama mesmo as crianças! Nós as afastamos dEle, quando fazemos pouco caso do ministério infantil, quando as deixamos numa salinha improvisada enquanto seus pais assistem ao culto, quando não as levamos a igreja, quando não valorizamos os professores e líderes que cuidam delas e nem investimos, deixando-os sozinhos carregando este “peso”. Está na hora de acordar! O Senhor nos confiou essa responsabilidade. Devemos ser a principal influência e referência em suas vidas. É preciso investir nesse ministério. Gosto de afirmar que as crianças fazem parte do corpo de Cristo, portanto elas não são “a igreja de amanhã”, mas já são a igreja de hoje.

Quantos problemas seriam evitados, quantos adolescentes seriam saudáveis e quantos adultos sábios e maduros teríamos nas igrejas, se tão somente investíssemos no ministério infantil! É mais fácil ensinar a criança no caminho que ela deve andar do que tratar dos desvios de caráter, feridas na alma, traumas, rebeldias, dos adultos. Fico imaginando quantas coisas lindas o Senhor tem guardado em seus tesouros!

Se temos a mente de Cristo, podemos fazer melhor do que tudo que o mundo oferece.As dificuldades que as pessoas sentem em trabalhar com as crianças vêm da falta de preparo, orientações, materiais. Como qualquer outro ministério é preciso se preparar. O amor é fundamental, mas os cursos e treinamentos darão suporte e quanto mais ministros, menos trabalho, então ficará fácil e prazeroso. Vale a pena gastar um pouco mais em salas amplas, bonitas e coloridas, com brinquedos, lápis de cor, joguinhos, músicas e brincadeiras. Criança é criança em qualquer tempo e lugar, não dá para mudar a realidade de que elas vivem fantasiando, imaginando, pensando. Tudo isso é muito saudável e importante. Não precisamos de robozinhos, mas de crianças livres para pensar, aprender, criar.

Quem alcançará as crianças?As crianças são escolhidas por Deus ainda no ventre materno. João Batista, Moisés, Samuel, Sansão e o próprio Jesus, dentre outras, são histórias que nos mostram os propósitos de Deus na vida das crianças e o cargo que ocuparão no futuro.Deus nos delegou a responsabilidade de evangelizar as crianças, muitas estão morrendo sem salvação.- “Ide ... (Mc 16.15 - “Deixai... (Mc 10.14) - “Apascenta os meus cordeiros... (Jô 21.15) - “Não é da vontade de Deus que uma criança se perca ... (Mt 18.14) - “Ensinar as doutrinas fundamentais as crianças ... (Ex 12. 26-27) - “Desde o menor deve ouvir os mandamentos ... (II Reis 23.2 – II Cr 20.13 – Dt 6.7-31 – Ef 6.4)

Os ensinamentos devem começar em casa com os pais, assim como na igreja..Leia Esdras 10.1: “Enquanto Esdras estava orando e confessando, chorando prostrado diante do templo de Deus, uma grande multidão de israelitas, homens, mulheres e crianças, reuniram-se em volta dele.” Aqui é possível ver que as crianças também participaram de uma sessão de arrependimento, junto a adultos.Para evitar que as crianças se tornem adultos rebeldes e maus, elas precisam aprender desde cedo a conhecer o poder de Deus e também as suas obras: “Povo meu, escute o meu ensino; incline os ouvidos para o que eu tenho a dizer. Em parábolas abrirei a minha boca, proferirei enigmas do passado; O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram. Não os esconderemos dos nossos filhos, contaremos à próxima geração os louváveis feitos do SENHOR, o seu poder e as maravilhas que fez. Ele decretou estatutos para Jacó, e em Israel estabeleceu a lei, e ordenou aos nossos antepassados que a ensinassem aos seus filhos,de modo que a geração seguinte a conhecesse, e também os filhos que ainda nasceriam, e eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos.Então eles porão a confiança em Deus; não esquecerão os seus feitos e obedecerão aos seus mandamentos.Eles não serão como os seus antepassados, obstinados e rebeldes, povo de coração desleal para com Deus, gente de espírito infiel.” (Sl 78.1-8)

A CRIANÇA PRECISA SER SALVA“Sei que sou pecador desde que nasci, sim desde que me concebeu minha mãe.” Sl 51.5“Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.” Sl 58.3.“Da mesma forma, o Pai de vocês, que está nos céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca”. Mt 1814

A CRIANÇA É BÊNÇÃO! “Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor”. Mt 21.16“Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos pequeninos.” Mt 11.25.

As crianças estão com o coração aberto a aceitar e reter os ensinamentos bíblicos. Elas devem ser contadas como membros da igreja, pois fazem parte do corpo de Cristo. Para ser salvo não é preciso entender tudo, basta crer e aceitar pela fé a palavra de Deus. “Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação” Rm 10.10.

As crianças dependem de nós para mostrar-lhes o caminho: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pr 22.6. Ensinar o "CAMINHO" não é apontar mas sim, estar no caminho com a criança crendo que o Espírito Santo a fará lembrar de tudo o que lhe foi ensinado e quando envelhecer não se desviará.
Palestra Tia Valéria
Adaptado

quarta-feira, 24 de março de 2010

A LIÇÃO DO LÁPIS




Um menino olhava sua avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou: - Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? É sobre mim? A avó sorriu e disse: - Estou escrevendo sobre você, sim. Porém, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.O menino olhou para o lápis e não viu nada de especial. - Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!- Tudo depende do modo como você olha as coisas.

Há cinco qualidades nele que, se conseguir mantê-las, o fará uma pessoa feliz.Com toda a sabedoria, a avó enumerou então as seguintes qualidades:

1) Você pode fazer grandes coisas, mas nunca deve esquecer que há uma Mão que guia seus passos. Essa mão é Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo conforme Sua vontade.

2) De vez em quando preciso usar o apontador. O lápis sofre um pouco, mas no final está mais afiado. Por isso, saiba suportar algumas dores, pois elas o farão uma pessoa melhor.

3) O lápis permite que eu use uma borracha para apagar o que está errado. Corrigir algo que fizemos é importante para nos manter no caminho da justiça.

4) O que realmente importa no lápis não é a sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Sempre cuide do seu interior.

5) Finalmente, o lápis sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, deixará traços. Então procure ser consciente de cada ação.


Transcrito

sexta-feira, 19 de março de 2010

Não eram cem ovelhas no aprisco? Então está faltando alguém! Você a viu por aí?

Para trabalhar a parábola da ovelha perdida, apresentamos aqui um aprisco com ovelhinhas para facilitar a "contação" da história. Deverá ser feito um propósito, onde cada criança receberá uma ovelhinha na qual ela colocará o nome de um amiguinho que se afastou da EB e assim vai convidá-lo a voltar. Desta forma a criança entenderá bem o sentido da mensagem sobre a ovelha perdida.

PASCOA - A OVELHINHA PERDIDA

A ovelha Perdida
Se um homem tem cem ovelhas e perde uma, o que é que ele faz? Por acaso não vai procurá-la? Assim, deixa no campo as outras noventa e nove que não se perderam. E volta com ela nos ombros. Chegando à sua casa, chama os amigos e vizinhos e diz: “Alegrem-se comigo porque achei minha ovelha perdida!”
Do mesmo jeito, vai haver mais alegria no Céu por uma pessoa de má fama que se arrepende do que por noventa e nove de boa fama que não precisam se arrepender.
O Pai que está no Céu não quer que nenhum de Seus pequeninos se perca.

Mateus 18- 10 a 14
Lucas 15- 4 a 7

terça-feira, 16 de março de 2010

NOBEC, em parceria com o Seminário Congregacional do Nordeste, capacita Professores e Líderes de Crianças - março 2010

Oficina de História - Motivo de Páscoa - As Três árvores
Professores Congregacionais do Nordeste diplomados pelo NOBEC
Professores tocando na Bandinha do NOBEC
Quanta alegria!
Professores atentos as palestras

Com muita música, renovação de chamado e animação, foi encerrada a I Capacitação de Professores das Igrejas Congregacionais do Nordeste. Ao som de Eyshila, Fala Comigo, Senhor! e Enche-me com a Tua Glória, mais de 70 participantes permitiram o aperfeiçoamento do Espírito Santo sobre suas vidas e Ministérios.
Deus seja louvado por esse grande feito!


domingo, 7 de março de 2010

FELIZ DIA DA MULHER - 08 DE MARÇO


O Significado da Páscoa


ORIGEM E SIGNIFICADO DA PÁSCOA




A origem da celebração da Páscoa está na história judaica relatada na Bí­blia, no livro chamado “Êxodo” Êxodo significa saí­da, e é exatamente a saí­da dos judeus do Egito que esse livro relata.
Quando Ramsés II, rei do Egito, subiu ao trono, apavorou-se com o crescimento do povo de Israel, achando que esse crescimento colocava em risco o seu poder. Essa preocupação, deu iní­cio a uma série de ordens e obras levaram os judeus a um perí­odo de grande sofrimento.
Conta a Bí­blia que Deus, vendo o que se passava com seu povo, escolheu Moisés para tirá-los dessa situação, dando a ele os poderes necessários para o cumprimento da missão. Na semana em que o povo de Israel iniciou sua jornada para sair do Egito, Deus ordenou que comessem só pão sem fermento e no último dia, quando finalmente estariam fora do Egito seria comemorada a primeira Páscoa, sendo esse procedimento celebrado de geração em geração.
Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em hebraico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade. Daí­ surgiu a palavra Páscoa.


Jesus Cristo deu novo significado à Páscoa. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe a receita para que o povo se libertasse dos sofrimentos e das maldades praticadas naquela época.


A morte de Jesus Cristo representa o fim dos tormentos. A sua ressurreição simboliza o iní­cio de uma vida nova, iluminada e regrada pelos preceitos de Deus.
O domingo de Páscoa marca a passagem da morte para a vida, das trevas para a luz.
Hoje, o domingo de Páscoa representa uma oportunidade de fazermos uma retrospectiva em nossas vidas, e estabelecermos um ponto de recomeço, de sermos melhores, de sairmos do “Egito”.


A DATA DA PÁSCOA - A Páscoa é comemorada no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera, ou seja, depois de 21 de março. Por isso, a celebração ocorre sempre entre 22 de março e 24 de abril. A partir dessa data, é que fica estabelecido o perí­odo de 46 dias, conhecido como Quaresma, que vai da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa.


A celebração da Páscoa dura cerca de 50 dias. Tem iní­cio no Domingo da Ressurreição e se estende até o fim de Pentecostes, quando se relembra a descida do Espí­rito Santo sobre os Apóstolos, sob a forma de lí­nguas de fogo.

NOBEC - TREINANDO NOVOS OBREIROS PARA SERVIR AO SENHOR - SAIBA ONDE.

NOBEC fará Treinamento para Professores e Evangelista de Crianças nas Igrejas:

1a. Igreja Batista Monte Sião - Moreno/PE - Dia 10 de abril

Igreja Batista Ágape - Em Tejipió - Recife/PE - Dia 17 de abril

Seminário e Montagem de EBF - STBNB em Recife - Dia 24 de abril

Todos encntram-se com as inscrições abertas.





Seu carinho me anima a prosseguir.

Arquivo do blog

Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina

Seja Bem Vindo!

Espero que goste deste Blog! Foi feito especialmente para aqueles que amam o Ministério Infantil e desejam aprender mais de Deus.

Tem dicas para Educadores, Evangelistas de Crianças, Pastores e Amigos das crianças. Também temos muitas sugestões para ajudar em sala de aula.

Ele não é só do NOBEC , é seu também. Seja um seguidor valoroso.

"Fiquem contentes e alegres, pois o Eterno lhes dará boas colheitas e abençoará tudo o que vocês fizerem" Dt. 16:15


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