sábado, 1 de maio de 2010
REVESTIVOS DA ARMADURA DE DEUS
Como podemos contribuir para tornar a E.B.D. mais atuante e interessante?


Conteúdo deve ser de pleno conhecimento do professor, o primeiro a ser considerado no planejamento da aula. Extensão e tempo é necessário verificar a quantidade de informações e ensinamentos a serem transmitidos. É preciso fazer uma seleção de conteúdos, priorizar as informações e ensinamentos que mais se harmonizam com os objetivos da aula, de forma prática no tempo disponível. A exposição de uma lição requer uma boa distribuição de tempo:
-Abertura (5%) – uma espécie de “quebra-gelo”: pergunta, brincadeira ou dinâmica para descontração dos presentes (geralmente ligada ao tema).
-Introdução (10%) – estabelecimento de relações com o tema estudado na aula anterior. Desperta a disposição para a aprendizagem. É por isso que deve haver criatividade, por parte do professor, que, também, precisa utilizar notícias de jornal, fatos contemporâneos, ilustrações e experiências corriqueiras para que os alunos se familiarizem.
-Interpretação (30%) – a argumentação bíblica do professor deve ser consistente com as verdades contidas na Palavra de Deus, de tal modo que os alunos posam interpretá-las e aplicá-las. Aplicação (40%) – o aluno deve ser estimulado a mudar aspectos de sua vida para andar de acordo com o que está contido nas Escrituras: os princípios, leis, ensinamentos que devem ser levados em consideração, esclarecidos e assimilados para a formação do caráter cristão.
É o momento no qual deve-se estimular a participação, o partilhar de experiências que propiciem edificação e aprendizado. Tudo isto deve ser feito com a supervisão e direcionamento do professor para que não se escape dos objetivos da aula.
-Conclusão (15%)- recapitulação das principais informações transmitidas e repasse de conhecimentos aprendidos. É o momento de fechar idéias, confirmar doutrinas e demonstrar a importância da mudança de atitudes e comportamentos. É momento de comunhão e edificação espiritual, por meio do qual os alunos farão uma introspecção para expor, diante do Senhor, a situação real de sua vida em busca de mudança.
A importância do planejamento e do ensino eficaz:
É o momento no qual o professor vai explorar, ao máximo, o seu potencial e criatividade, constatando o interesse dos alunos pela Palavra de Deus e o desejo de retribuir o que lhes foi ensinado. Para alcançar isto, o professor deve ser previdente e organizado, administrando o seu tempo semanal com a meditação da lição que vai ensinar. Por meio do ensino, o professor desperta a mente do aluno para captar e reter a verdade, motivando-o a pensar por si mesmo, da seguinte forma:
1. O aluno precisa crer que não é o professor que o ensina. O professor tem que fazer com que o aluno pense por si mesmo, estimulando a sua atividade intelectual para que ele descubra as verdades implícitas na sua mensagem. Somente há aprendizagem com a atividade mental dos alunos. Para isto, devem ser guiados de tal forma que possam expressar com segurança seus novos pensamentos, com base nos resultados da leitura e observações do professor.
2. O professor deve explicar o novo com base no antigo, partindo do conhecido para o desconhecido, do claro para o obscuro, do fácil para o difícil. A eficiência do seu ensino está na apresentação de imagens já conhecidas para que os alunos façam associações, da mesma forma que Jesus o fazia com as parábolas.
3. Deve-se considerar a faixa etária, as condições sócio-econômicas, bem como os interesses do aluno para que possamos ensiná-lo de acordo com as suas necessidades, adaptando o ensino ao desenvolvimento moral e espiritual dos mesmos (ou seja, à altura espiritual dos alunos).
4. A verdade a ser ensinada deve provocar mudanças na vida do professor, permitir que o mesmo se emocione, sinta o impacto daquela palavra ensinada em sua vida e a pratique. Quem domina a lição e permite que ela o comova, também saberá comover os seus ouvintes.
5. Vejamos o que Myer Pearlman diz acerca do papel do eficiente professor: “...Você, professor, tem de relacionar constantemente as partes das Escrituras – comparando as histórias com as doutrinas, as profecias com seu cumprimento, os livros com os livros, o Antigo Testamento com o Novo Testamento, os tipos com os arquétipos (modelos, anotação nossa), para que o aluno aprenda que a Bíblia não é uma coleção de textos e de fatos separados, estanques, mas uma unidade viva, cujas partes estão relacionadas vitalmente umas com as outras, como os membros do corpo humano. Vimos depois que o professor precisa aplicar continuamente a lição à vida individual, e à coletiva, para que o aluno fique sabendo que todo ensino bíblico está relacionado com os fatos de sua vida. Nenhum ensino bíblico é teórico, sem aplicação prática.”
2. COMO O PROFESSOR DEVE SE PREPARAR
1. Preparo espiritual – à frente da sala deve estar um verdadeiro cristão, alguém que tenha uma real experiência de conversão e que procura santificar sua vida. Tal serviço prestado ao Rei é resultado de uma vocação, um gesto de adoração. Não basta ser profissional, é necessária a submissão ao Senhor Jesus, uma vida de adoração, de execução da Sua vontade e busca pelas coisas de cima, tal como o salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei.” (Sl 119.18). É preciso reconhecer-se dependente do Senhor, incapaz de compreender a Palavra sem o Seu auxílio, moldando a sua vida de acordo com esta Palavra.
O professor deve ser um depósito de verdades divinas e fiel guardião da sã doutrina à medida que viver em comunhão com a Palavra de Deus (Sl 119.97; Ex 3.1). Este amante da Palavra, certamente, vive com o seu coração a ferver com palavras boas, ensinamentos eternos e vivos que fazem toda a diferença (Sl 45.1).
2. Preparo bíblico eficaz - o preparo espiritual é um pré-requisito indispensável para se dar início ao preparo bíblico, num profundo mergulho nas Escrituras, que se apresenta nas seguintes atitudes: fazer diversas leituras do texto bíblico, comparando as diferentes versões; formar uma biblioteca pessoal que contenha dicionários, concordâncias, comentários e manuais bíblicos que auxiliarão na interpretação dos textos; fazer diversas perguntas ao texto para identificar promessas, ordens, mandamentos, princípios, doutrinas, orientações e lições. O descuido com a pesquisa traz inúmeros prejuízos à aula, o que contribui para desmotivar os alunos; fazer um esboço detalhado do texto bíblico – dividir o texto em partes menores permite a assimilação de novas informações; selecionar as lições mais importantes do texto – a Bíblia é como um poço de águas cristalinas que saciam a nossa sede; como uma caverna que contém inúmeros tesouros, os quais, para serem encontrados, requerem tempo, paciência e coragem de quem os busca. Deve haver prazer em meditar na Lei do Senhor (Sl 1.2) para efetuar este intenso trabalho de pesquisa.
3. Estudo da lição desde o início da semana - o ideal seria que todo professor reservasse, pelo menos, meia hora de cada dia, para estudar a lição. Dessa forma, resolveria aquelas questões que surgem, durante o estudo, antes de ministrá-lo à sala, encontrará melhores ilustrações e referências para o assunto, disporá de mais tempo para orar, bem como contar com a função cerebral subconsciente, segundo Myer Pearlman: “O subconsciente nos ajuda muito. Sabe-se que por meio do subconsciente aprendemos muito. Depois de havermos feito um estudo árduo e consciente de um assunto, nossa mente continuará trabalhando na questão, enquanto dormimos ou cuidamos de outras coisas. O ditado muito conhecido que diz ‘consulte o travesseiro’ acerca de uma decisão ou problema, está certo. É exemplo do que vimos dizendo sobre o subconsciente. Mas acima de tudo, lembre-se de que por meio da oração é possível estimular sobrenaturalmente as nossas faculdades mentais. ‘Ele os guiará em toda verdade’, diz-nos Cristo. Note que a palavra ‘guiar’ subentende que devemos estar procurando a verdade, ou em outras palavras: estudando.”
4. Estudo consciente - o texto bíblico da lição deve ser averiguado, analisado, dissecado, experimentado antes da investigação profunda do comentário da revista. Ajuntar material além do necessário para a aula. Isso depende da aplicação e dedicação do professor que deseja inspirar amor pelo estudo, trazendo informações adicionais ao texto da lição para a classe. Estudar o texto e o contexto de forma detalhada.
5. Registro pessoal de seu estudo – o professor deve preparar-se em oração e fazer anotações pessoais (na escrita e na prática) que estejam relacionadas à edificação do caráter cristão e testemunho pessoal. A mensagem a ser transmitida deve provocar o efeito da transformação de vidas. Daí a necessidade do testemunho pessoal.
6. O estudo da lição – o planejamento da aula com base nos objetivos da lição é fundamental para que o professor ensine uma mesma verdade de várias maneiras. Tudo o que ele disser deve estar centrado no objetivo principal da lição. O tema principal será como um Sol, ao redor do qual se moverão todos os pensamentos a ele relativos, tais como os planetas o fazem ao redor da maior estrela.
7. Apresentação da lição - o início da aula é o momento de negociação, momento no qual o professor vai lançar o anzol com uma isca bem apetitosa para atrair o aluno a si, mantendo-o fisgado. Para isto, ele deve elaborar estratégias que façam o aluno pensar, despertem o seu interesse, explicando verdades novas com o auxílio de verdades já assimiladas. O esboço não deve ser lido para a classe. Deve ser apresentado como um esqueleto que o professor vai revestir com a carne, usando os comentários necessários para revesti-lo e tornar a mensagem compreensível.
8. Ilustração da lição - o professor precisa estar atento ao limite de tempo que possui para que possa ministrar a aula de acordo com o objetivo principal. Myer Pearlman compara a ilustração da lição à edificação de uma casa: “ Dominar a matéria e determinar o objetivo correspondem, digamos, a fazer um desenho da casa pronta, e elaborar a descrição detalhada da planta. Pode incluir a decisão quanto ao material que se há de usar. A introdução da lição representa a abertura dos alicerces. Resumir a lição é levantar as estruturas de concreto. As perguntas correspondem às divisões revisadas. Pediu-se aos alunos que respondessem a algumas perguntas acerca do assunto. Por meio de trabalhos práticos, por escrito, ou por meio de diálogo, o professor dará o acabamento à obra.”Ele ainda acrescenta: “As ilustrações correspondem às janelas e às lâmpadas elétricas que iluminam as dependências da casa.
As ilustrações esclarecem o tema, ajudam o aluno a compreendê-lo, e assim mantém seu interesse. Por isso, é melhor o professor preparar uma lista de ilustrações.”Para fazer bom uso das ilustrações, o mesmo autor deixa-nos algumas sugestões de como as ilustrações devem ser:Mais claras que a verdade que ser ilustrar; interessarem o aluno e estar relacionada à sua experiência, relacionarem-se realmente com a lição; apresentadas com um certo limite, evitando-se o excesso; causar boa impressão; sugerirem boas idéias; aplicadas à verdade e a verdade aplicada à ilustração. Ex.: parábolas.A conclusão da lição - é o momento no qual o professor vai trabalhar para despertar no aluno o firme desejo de colocar em prática tudo o que aprendeu, dando a ele oportunidades para memorizar a mensagem principal e amar a verdade ali ensinada. Pois o que mais importa é a aplicabilidade do conhecimento, o que nos faz recordar a unidade do homem como a apresenta Pestalozzi: espírito – coração – mão. Observando este aspecto, o professor possibilitará o desenvolvimento da tríplice atividade humana, contribuindo para o aprimoramento da inteligência, da moral e da técnica: conhecer – querer – agir:
“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl.119.11).
Fonte: EBD Online
sexta-feira, 30 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
SEMINÁRIO E MONTAGEM DE EBF
OFICINA DATAS ESPECIAIS - DIA DAS MÃES
Quem participou de uma Escola Bíblica de Férias (EBF) na infância não esquece os momentos, corinhos e brincadeiras, as criatividades dos professores e seus rostos alegres. É notória a importância da EBF no evangelismo e formação do caráter cristão das crianças. Muitos professores de hoje são frutos do ensino bíblico que receberam nas aulas durante as férias escolares. A modalidade que conquista cada vez mais alunos vem se adaptando ao longo dos anos. Muitas igrejas estão renovando as estratégias e ajustando suas programações ao público que freqüenta as aulas.Classes para pais, com palestras de saúde, educação infantil e aulas de artesanato, são algumas das novidades. Os frutos continuam brotando e podem ser testemunhados em todas as Igrejas. Uma prova de que as férias para esses alunos ficarão marcadas durante toda a vida.
A Escola Bíblica de Férias é um trabalho específico da igreja que, como já sugere o título, deve ser realizado no período das férias escolares, buscando atender não só as famílias da Igreja, como as famílias da comunidade, intensificando assim, a relação igreja – comunidade.
Realize uma Escola Bíblica de Férias na sua Igreja. Prepare seus professores com o NOBEC-Recife.
sábado, 17 de abril de 2010
IGREJA EVANGÉLICA BATISTA ÁGAPE
domingo, 4 de abril de 2010
“ELE NÃO ESTÁ MAIS AQUI, MAS RESSUSCITOU”

domingo, 28 de março de 2010
Quando falamos em leitura, pensamos logo no processo de alfabetização, compreensão e interpretação de palavras. Porém, leitura é muito mais que decodificar palavras, é ler o mundo das imagens, dos símbolos, das relações e dos sentimentos. Paulo Freire afirmava que a leitura de mundo antecede a leitura da palavra e caracteriza-se pelas relações entre o indivíduo e tudo aquilo que o cerca.Como leitor, o ser humano constrói-se como agente de sua própria história. Para isto, a leitura de mundo, de tudo aquilo que Deus criou (Sl 19), é essencial para o desenvolvimento da sua fé. Com o auxílio do Espírito Santo, a leitura torna-se viva, ampliando a visão do leitor.
Boas Leituras!!
Texto de Angela Cristina Hammann
PESCANDO ADOLESCENTES!
Quem observa a tranqüilidade de um barco ao mar e o som do vento a bater na linha de um anzol não imagina a rotina exaustiva e arriscada que os pescadores enfrentam. Evangelizar, discipular e educar adolescentes também faz parte deste chamado. A missão do educador, neste contexto, é promover uma prática educativa plena, tendo como propósito alcançar (pescar) a mente e o coração do adolescente através da palavra de Deus. Mas como ter êxito nesta “pesca”? Como levar os adolescentes a uma vida cristã saudável e produtiva?
O ensino de Cristo prezava pela totalidade do ser humano, primando por uma educação libertadora. Visava integrar o ser, valorizando-o como parte do todo e estimulando os pecadores a refletirem e a mudarem a sua postura baseados na fé.
Nessa perspectiva, é possível compreender a adolescência como sendo constituída socialmente, a partir das necessidades sociais, econômicas, espirituais e das características que vão se constituindo no processo que chamamos de vida.
É importante ressaltar que esta visão e ação de Cristo não é comum a todos. Grande parte das linhas teóricas vigentes em nossa sociedade é pautada na generalização de estereótipos, enfatizando e destacando somente marcas ou características do corpo do adolescente, ignorando outros fatos, como a vida espiritual, que também fazem parte desta fase da vida.
Assim sendo, não existe uma prática padrão para pescarmos/discipularmos adolescentes, mas existem estratégias que podem ser consideradas como utilitárias para o crescimento do Reino de Deus.
Seguindo seu exemplo, a pescaria/discipulado de adolescentes deve ser relacionado com o cotidiano dos mesmos e produzir mudanças no seu estilo de vida. Para isso é necessário sentir as necessidades daqueles a quem desejamos discipular. Conversar, dialogar, ser amigo, “gastar tempo” ouvindo, são estratégias simples que dão ótimos resultados. Para Paulo Freire, é através das relações dialógicas, da conversa, da troca de idéias, que o sujeito, a saber os adolescentes, tem a possibilidade de sair do estágio de transição de consciência ingênua para o estabelecimento da consciência crítica sobre si e sobre a realidade, de forma a realizar intervenções sobre ela. Ou seja, ao participar ativamente da vida cristã, fazendo escolhas, expondo idéias e sonhos, estudando e estabelecendo relações com a Palavra, o adolescente assumirá o papel de um verdadeiro cristão e será um agente transformador da sociedade em que vive.
Texto adaptado
ESTOU PENSANDO EM ENSINAR. E AGORA?

sexta-feira, 26 de março de 2010
PROFESSOR-ALUNO

A IMPORTÂNCIA DO LÍDER
“Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas” (Mc 10.14).quarta-feira, 24 de março de 2010
A LIÇÃO DO LÁPIS


Um menino olhava sua avó escrevendo uma carta.sexta-feira, 19 de março de 2010
Não eram cem ovelhas no aprisco? Então está faltando alguém! Você a viu por aí?
Para trabalhar a parábola da ovelha perdida, apresentamos aqui um aprisco com ovelhinhas para facilitar a "contação" da história. Deverá ser feito um propósito, onde cada criança receberá uma ovelhinha na qual ela colocará o nome de um amiguinho que se afastou da EB e assim vai convidá-lo a voltar. Desta forma a criança entenderá bem o sentido da mensagem sobre a ovelha perdida.PASCOA - A OVELHINHA PERDIDA
A ovelha PerdidaSe um homem tem cem ovelhas e perde uma, o que é que ele faz? Por acaso não vai procurá-la? Assim, deixa no campo as outras noventa e nove que não se perderam. E volta com ela nos ombros. Chegando à sua casa, chama os amigos e vizinhos e diz: “Alegrem-se comigo porque achei minha ovelha perdida!”
Do mesmo jeito, vai haver mais alegria no Céu por uma pessoa de má fama que se arrepende do que por noventa e nove de boa fama que não precisam se arrepender.
O Pai que está no Céu não quer que nenhum de Seus pequeninos se perca.
Mateus 18- 10 a 14
Lucas 15- 4 a 7
terça-feira, 16 de março de 2010
NOBEC, em parceria com o Seminário Congregacional do Nordeste, capacita Professores e Líderes de Crianças - março 2010
Oficina de História - Motivo de Páscoa - As Três árvores
Professores Congregacionais do Nordeste diplomados pelo NOBECdomingo, 7 de março de 2010
O Significado da Páscoa

A origem da celebração da Páscoa está na história judaica relatada na Bíblia, no livro chamado “Êxodo” Êxodo significa saída, e é exatamente a saída dos judeus do Egito que esse livro relata.
Quando Ramsés II, rei do Egito, subiu ao trono, apavorou-se com o crescimento do povo de Israel, achando que esse crescimento colocava em risco o seu poder. Essa preocupação, deu início a uma série de ordens e obras levaram os judeus a um período de grande sofrimento.
Conta a Bíblia que Deus, vendo o que se passava com seu povo, escolheu Moisés para tirá-los dessa situação, dando a ele os poderes necessários para o cumprimento da missão. Na semana em que o povo de Israel iniciou sua jornada para sair do Egito, Deus ordenou que comessem só pão sem fermento e no último dia, quando finalmente estariam fora do Egito seria comemorada a primeira Páscoa, sendo esse procedimento celebrado de geração em geração.
Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em hebraico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade. Daí surgiu a palavra Páscoa.
Jesus Cristo deu novo significado à Páscoa. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe a receita para que o povo se libertasse dos sofrimentos e das maldades praticadas naquela época.
A morte de Jesus Cristo representa o fim dos tormentos. A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, iluminada e regrada pelos preceitos de Deus.
O domingo de Páscoa marca a passagem da morte para a vida, das trevas para a luz.
Hoje, o domingo de Páscoa representa uma oportunidade de fazermos uma retrospectiva em nossas vidas, e estabelecermos um ponto de recomeço, de sermos melhores, de sairmos do “Egito”.
A DATA DA PÁSCOA - A Páscoa é comemorada no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera, ou seja, depois de 21 de março. Por isso, a celebração ocorre sempre entre 22 de março e 24 de abril. A partir dessa data, é que fica estabelecido o período de 46 dias, conhecido como Quaresma, que vai da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa.
A celebração da Páscoa dura cerca de 50 dias. Tem início no Domingo da Ressurreição e se estende até o fim de Pentecostes, quando se relembra a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, sob a forma de línguas de fogo.
NOBEC - TREINANDO NOVOS OBREIROS PARA SERVIR AO SENHOR - SAIBA ONDE.

NOBEC fará Treinamento para Professores e Evangelista de Crianças nas Igrejas:
1a. Igreja Batista Monte Sião - Moreno/PE - Dia 10 de abril
Igreja Batista Ágape - Em Tejipió - Recife/PE - Dia 17 de abril
Seminário e Montagem de EBF - STBNB em Recife - Dia 24 de abril
Todos encntram-se com as inscrições abertas. 
Seu carinho me anima a prosseguir.
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Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina
Espero que goste deste Blog! Foi feito especialmente para aqueles que amam o Ministério Infantil e desejam aprender mais de Deus.
Tem dicas para Educadores, Evangelistas de Crianças, Pastores e Amigos das crianças. Também temos muitas sugestões para ajudar em sala de aula.
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