segunda-feira, 7 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Formandos 2009 NOBEC
sexta-feira, 4 de junho de 2010
RECAPITULAÇÃO - COMO FAZER
COMO ACALMAR A TURMA

•Há dias em que as crianças estão com a corda toda. Para esses dias inventei a técnica dos cartões (como juiz de futebol).
Cada cartão de uma cor simboliza uma ação. Exemplos:
cartão azul = ESTÁTUA
cartão amarel o= DAR UMA GARGALHADA
cartão vermelho = PARE
cartão preto = ABAIXAR
cartão rosa = VOZ "INVISÍVEL" (SEM SOM)
cartão branco= DAR UM ABRAÇO
Na sala temos um cartaz com essas legendas.
Funciona muito bem. Podemos exemplificar: estamos andando em fila de repente levanto o cartão azul, imediatamente todos ficam estátuas. É maravilhoso, eles adoram e ficam mais calmos. Espero que este exemplo possam auxíliar vocês também.
•Vocês poderão escolher os comandos.
Fonte: Tia Mary, adaptado
quarta-feira, 2 de junho de 2010
IDÉIAS CRIATIVAS PARA CONTAR HISTÓRIAS BIBLICAS

Pragas do Egito – Rãs, Gafanhotos (Ex 8:6, 10:14):
Utilizar desenhos de sapos coloridos e espalhar por toda a sala. Depois que contar a história pedir que eles procurem os sapinhos. Quem achar primeiro ganha um prêmio. Ainda podem-se utilizar vários insetos de borracha.
Maná (Ex 16:31):
Levar pão e mel ou pão de mel para as crianças verificarem como era gostoso o alimento que Deus mandou do céu para o seu povo. Para representar as codornizes pode levar salgadinho de frango (tipo fandangos ou batata frita com sabor).
Povo no deserto – Águas amargas e doces (Ex 15:23-25):
Para representar a água amarga se tornando doce, pode levar água tônica sem gás (vai ficar com um gosto ruim), e dar um copinho de café com essa água para cada criança tomar. É interessante que todas as crianças tomem essa água de uma vez, para verem o gosto ruim que a água tinha.
Em seguida, dar água mineral para elas beberem e perceberem o milagre feito por Deus para seu povo.
Elaborado por Sandra Cristina de Oliveira Soares
JESUS TRANSFORMA ÁGUA EM VINHO
Prezado professor, o objetivo desta lição é fazer com que as crianças aprendam que precisamos recorrer a Jesus nos momentos de necessidade.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “CONFIAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Você pode confiar em Jesus.
Para refletir
• “Na época de Jesus, os casamentos eram festas que duravam uma semana inteira. Os banquetes eram preparados para muitos convidados, e a semana poderia ser gasta celebrando a nova vida matrimonial do casal. Muitas vezes a cidade era convidada, todos podiam comparecer; era considerado um insulto recusar o convite para um casamento. Para acomodar muitas pessoas, era necessário um cuidadoso planejamento. Acabar o vinho era algo mais do que embaraçoso; um fato como este representava uma grave falta em relação às regras de hospitalidade. Jesus estava prestes a suprir uma necessidade altamente emergencial”
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• Professor, “tanto as crianças do maternal como as do jardim gostam de contar as historias que ouviram. Sempre que possível, você deve dar à criança a oportunidade de recontar a história contada na classe, deixando-a manusear os visuais” (Marta Doreto).
Regras Práticas para os Professores
Como Deus projetou a criança?
O ministério com crianças demanda um entendimento das necessidades por faixa etária. Precisamos considerar as necessidades das crianças quando ensinamos a Palavra de Deus.
Uma criança precisa de amor
• Seja agradável. Chame a criança pelo nome;
• Toque, abrace, afague para transmitir amor;
• Ouça quando a criança falar;
• Fique ao nível dos olhos das crianças;
• Com frequência faça elogios ou dê incentivos especificamente;
Uma criança precisa se sentir segura
• Seja positivo;
• Seja coerente na disciplina;
• Empregue atividades conhecidas pelas crianças;
• Direcione a conversa ao constante cuidado de Deus;
Uma criança precisa se sentir aceita
• Permita que as crianças escolham as atividades;
• Aceite as crianças mesmo que elas tenham sentimentos negativos;
• Aceite a criança mesmo que você não consiga aceitar o comportamento dela;
• Direcione a conversa ao amor de Deus pela criança;
Extraído e adaptado do livro: Manual de Ensino para o Educador Cristão, CPAD
• Atividade Manual
Para reforçar o ensino da lição, sugerimos que as crianças encenem a história bíblica.
PARÁBOLA – AS DUAS CASAS

De longe ninguém percebia nem de perto era fácil perceber a diferença entre as casas...
A diferença entre essas duas casas é que uma foi construída sobre uma rocha, uma pedra firme, bem segura... A outra foi feita na areia bem macia e fofa.
Duas casinhas tão bonitas, na beira do mar...
Um dia, veio uma chuva muito forte; um temporal... Com muitos raios, trovões. Caiu muita água...
Mas logo, o vento começou a acalmar, a chuva foi diminuindo, e o céu foi clareando novamente.
Mas, e as casas? Vejam só! Uma caiu, e a outra ficou firme. Qual será que foi levada para o mar?
A casa construída na pedra não caiu.Mas a que estava na areia... no primeiro ventinho, se partiu!
Jesus contou esta história. Sabem o que ele queria dizer?
Que assim acontece com a gente também. Quem escuta a boa notícia que é o Reino de Deus, mas não muda sua vida, não faz a vida mudar, é como aquele que constrói a casa na areia, uma casa que cai fácil; é uma pessoa sem juízo...
Mas quem constrói a vida em uma rocha firme, que é Deus, agüenta firme os problemas, tem força para lutar, continuar... Quem tem Deus como fundamento é como aquele que construiu a casa sobre a rocha: é sábio!
Oração final: Querido Deus, dá-nos sabedoria para sermos como o homem que construiu a casa sobre a rocha. Pedimos também que sejas o fundamento de nossas vidas, amparando-nos para não cairmos por causa de qualquer ventinho. Amém!
terça-feira, 1 de junho de 2010
ENSINO Á CRIANÇA SALVA
- Todo o recem-nascido na familia de Deus necessita saber que seus pecados estão perdoados e que agora ele é filho de Deus (I Joao 5:11,12 - João 5:24 - Ap 3:20 - Heb 13:5b e outros) O professor deve pedir direção de Deus quanto ao versículo que será usado na ministração.
- A criança deve aprender que ela não precisa atender a outros convites relacionados a entrega de sua vida ao Senhor Jesus, pois ela já o fez. Já tem a salvação em Cristo.
- Se a criança continuar a levantar sua mão cada vez que o apelo for feito, o professor deverá conversar com ela para saber se ela entendeu o passo que ela deu em direção a Cristo.
- A criança precisa sentir o amor de Deus em sua vida, jamais ter dúvidas.
PACIÊNCIA
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Oração da Mãe Cristã
Lívia Tenório
Festa de casamento de Natália(fiilha) e Jaime(genro)
Eu sou grata, Senhor, porque os destes a mim.
Obrigada, porque me fizeste participante do milagre da criação.
Tu somente és Criador, mas por nove meses tive o privilégio de participar da Tua natureza criadora.
Então, nessa parceria divina, compreendi o Teu plano maravilhoso pra mim: mãe conceptora, ensinadora, cuidadosa amorosa e amiga.
Dia após dia, cada um destes predicados me faz sentir a responsabilidade que tenho para contigo: encaminhar os meus filhos a Ti.
Fiz por eles o que pude... embalei-os, amamentei-os, dei-lhes amor, carinho, afeto, cuidados físicos, levei-os à escola.
Junto com o marido que amo, que o Senhor escolheu para mim, os ensinamos a serem educados e prestativos, os encaminhamos a Ti, mas só pudemos fazer tudo isso com a Tua ajuda, Senhor.
Muitas vezes, aflita ante às adversidades da vida, orei a Ti, e a Tua Palavra me incentivou dizendo: "Ensina o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele." (Pv. 22:6)
Senhor, que satisfação sinto agora quando os vejo orando ao saírem de casa e antes de dormir. Que felicidade é poder compartilhar com eles no culto doméstico. Que alegria é senti-los ansiosos por me acompanharem à Igreja. Que realização é vê-los desempenhando suas funções na Igreja, seja contando nos grupos, tocando seus instrumentos, ou mesmo nas reuniões sociais.
Eu sei, Senhor, que não os terei para sempre. Eles seguirão cada qual o seu caminho, formarão outra família e outros me substituirão em suas vidas, mas eu terei sempre a alegria de tê-los encaminhado a Ti.
E esta alegria compensa as noites mal dormidas, as olheiras profundas, o coração acelerado... então, eu os verei na Tua casa, continuando a obra que Tu confiaste a mim e terei a certeza de ter cumprido com a minha missão.
Obrigada, Senhor, por meus filhos maravilhosos... presentes que Tu me deste!!!
(Desconheço a autoria
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Coordenador(a) de Departamento Infantil
Lições que somente Deus ensina
Educação secular valoriza informação e inteligência. Quem sabe mais pode resolver problemas mais eficientemente e, assim, toma a vantagem. As escolas se interessam mais por matricular os melhores alunos. Universidades elites despejam seus formandos nas profissões, nas indústrias, laboratórios e altos escalões do governo. Benefícios financeiros são invejáveis. A sociedade reputa mais feliz quem desfruta mais privilégios neste mundo globalizado que promove e enriquece seus melhores jogadores. Valores secundários, tais como distribuição justa da renda, cuidado especial para os marginalizados e esquecidos têm menos importância. E nem se fala da busca em primeiro lugar do Reino de Deus.
Mas o lado negativo desta corrida à busca do conhecimento e das vantagens materiais, com que ele coroa seus corredores mais bem sucedidos, já foi descrito por um dos seus mais famosos adeptos: Mark Twain, escritor americano. Ele utilizou seu extraordinário talento para escrever livros há mais de cem anos. Suas obras são conhecidas e apreciadas por milhões de crianças e adultos. Declarou este ateu em sua autobiografia: "O único presente não envenenado que a vida concedeu é a morte." No Salmo 90, Moisés pede que Deus nos ensine a (...)contar os nossos dias para alcançar um coração sábio.
Consideremos alguns elementos chaves nesta oração: Primeiro, somente Deus conhece quantos dias restam de nossa vida. A certeza da morte é inegável. Igualmente certo é o fato de ninguém saber em que dia ela virá. Deus, nosso Professor Supremo, conhecedor de todas as coisas, marca a carga horária na escola da vida. Ele é quem assina o diploma ou reprova os alunos. Segundo, os melhores alunos pedem ajuda de Deus para evitar o desperdício do tempo. Dias não-contados referem-se a dias não-aproveitados, horas em que nada se fez ou não se aprendeu nada de valor. Nenhuma palavra de encorajamento emanou da boca e nenhuma influência sadia impeliu alguém em direção de Deus.
Terceiro, o objetivo das lições de Deus visa alcançar um coração sábio. Ele mostra o caminho e motiva seus servos a progredir nessa direção. Revelou sua infalível Palavra para ser luz e lâmpada para os pés dos que andam nos caminhos sinuosas deste mundo. Quarto, indagaremos sobre o que quer dizer "coração sábio". Estas palavras têm um paralelo na mensagem de Paulo: Não cessamos de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em todo a sabedoria e entendimento espiritual. (Cl1,9).
Se Deus nos ensina clara e inconfundívelmente Sua vontade, não ficaremos mais presos à cegueira que baseia suas decisões no por acaso de loteria. Infinitamente melhor é escolher debaixo da direção daquele que conhece o futuro tão plenamente como o passado (Rm 8,14). Sabedoria quer dizer inteligência que encherga bem, além do horizonte desta vida curta e insegura. Escolher de acordo com a orientação bíblica permite o servo ecoar as palavras do famoso missionário David Brainerd no limiar da morte. "Não teria vivido a minha vida diferentemente do que vivi por nada neste mundo." Jim Elliot, inspirado pela sabedoria de Brainerd, foi morto por uma lança dos selvagens aucas no Equador, em 1956. Disse o mártir: "Não é tolo quem larga o que não pode segurar para pegar o que não pode perder." Quem, além de Deus, pode ensinar a um filho de Adão esta realidade? Ninguém nasce sábio. Pecadores buscam prazer e sucesso com uma visão curta. Não olham além da morte física, enquanto o homem que quer aprender a sabedoria de Deus avalia tudo à luz da eternidade.
Paulo disse que, se recebermos sabedoria e entendimento espiritual. viveremos (...)de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado(Cl 1,10). Uma definição de pecado destaca precisamente este aspeto - desagradar a Deus agindo de maneira indigna do Pai que nos gerou pelo Seu Santo Espírito.
Moisés percebeu a importância de alcançar sabedoria. Durante quarenta anos, foi instruído em tudo o que havia de melhor da sabedoria humana. Matou o egípcio que maltratava um israelita. Era uma decisão aparentemente inteligente, mas não sábia. Depois fugiu para Midiã onde teve tempo para as aulas de Deus. Durante quarenta anos, foi adquirindo do alto sabedoria que lhe serviu tão bem durante os últimos anos do governo do Povo Escolhido. Mesmo sendo Moisés um servo humilde, Deus o escolheu para conduzir Israel para fora do Egito até a Terra da Promissão e escrever os primeiros cinco livros da Bíblia. Foi este mesmo Moisés que escreveu o Salmo 90 e gravou este pedido e ajuda para contar os dias, de modo que alcançou a sabedoria.
Jonathan Edwards creu que a sabedoria celestial valia mais que dinheiro ou fama. Ele e sua mulher santa tiveram setecentos e vinte e nove descendentes. Dessa família surgiram trezentos pregadores, sessenta e cinco professores universitários, treze reitores de universidades, sessenta autores de bons livros, dois deputados do congresso americano e um vice-presidente do país. Que explicação única haveria para um fenômeno como a família de Edwards, senão a busca de um coração sábio vindo de Deus e a valorização do tempo que o Senhor lhe concedeu?
RUSSELL P. SHEDD,missionário há mais de 35 anos no Brasil, é teólogo, escritor e conferencista.fonte: www2.uol.com.br/bibliaworld/raiodeluz/licoes.htm
domingo, 2 de maio de 2010
A Santa Ceia é a mesa do Senhor Jesus.
É a mesa onde os dons preciosos são dados e recebidos.
É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma.
A Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo.
É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível.
É uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo.
“Obrigado Senhor Jesus porque podemos fazer parte deste lindo banquete, seja conosco e também com o meu irmão.”
Direitos da Criança Cristã
Fonte: http://escolabiblicacriativa.blogspot.com/
sábado, 1 de maio de 2010
REVESTIVOS DA ARMADURA DE DEUS
Como podemos contribuir para tornar a E.B.D. mais atuante e interessante?


Conteúdo deve ser de pleno conhecimento do professor, o primeiro a ser considerado no planejamento da aula. Extensão e tempo é necessário verificar a quantidade de informações e ensinamentos a serem transmitidos. É preciso fazer uma seleção de conteúdos, priorizar as informações e ensinamentos que mais se harmonizam com os objetivos da aula, de forma prática no tempo disponível. A exposição de uma lição requer uma boa distribuição de tempo:
-Abertura (5%) – uma espécie de “quebra-gelo”: pergunta, brincadeira ou dinâmica para descontração dos presentes (geralmente ligada ao tema).
-Introdução (10%) – estabelecimento de relações com o tema estudado na aula anterior. Desperta a disposição para a aprendizagem. É por isso que deve haver criatividade, por parte do professor, que, também, precisa utilizar notícias de jornal, fatos contemporâneos, ilustrações e experiências corriqueiras para que os alunos se familiarizem.
-Interpretação (30%) – a argumentação bíblica do professor deve ser consistente com as verdades contidas na Palavra de Deus, de tal modo que os alunos posam interpretá-las e aplicá-las. Aplicação (40%) – o aluno deve ser estimulado a mudar aspectos de sua vida para andar de acordo com o que está contido nas Escrituras: os princípios, leis, ensinamentos que devem ser levados em consideração, esclarecidos e assimilados para a formação do caráter cristão.
É o momento no qual deve-se estimular a participação, o partilhar de experiências que propiciem edificação e aprendizado. Tudo isto deve ser feito com a supervisão e direcionamento do professor para que não se escape dos objetivos da aula.
-Conclusão (15%)- recapitulação das principais informações transmitidas e repasse de conhecimentos aprendidos. É o momento de fechar idéias, confirmar doutrinas e demonstrar a importância da mudança de atitudes e comportamentos. É momento de comunhão e edificação espiritual, por meio do qual os alunos farão uma introspecção para expor, diante do Senhor, a situação real de sua vida em busca de mudança.
A importância do planejamento e do ensino eficaz:
É o momento no qual o professor vai explorar, ao máximo, o seu potencial e criatividade, constatando o interesse dos alunos pela Palavra de Deus e o desejo de retribuir o que lhes foi ensinado. Para alcançar isto, o professor deve ser previdente e organizado, administrando o seu tempo semanal com a meditação da lição que vai ensinar. Por meio do ensino, o professor desperta a mente do aluno para captar e reter a verdade, motivando-o a pensar por si mesmo, da seguinte forma:
1. O aluno precisa crer que não é o professor que o ensina. O professor tem que fazer com que o aluno pense por si mesmo, estimulando a sua atividade intelectual para que ele descubra as verdades implícitas na sua mensagem. Somente há aprendizagem com a atividade mental dos alunos. Para isto, devem ser guiados de tal forma que possam expressar com segurança seus novos pensamentos, com base nos resultados da leitura e observações do professor.
2. O professor deve explicar o novo com base no antigo, partindo do conhecido para o desconhecido, do claro para o obscuro, do fácil para o difícil. A eficiência do seu ensino está na apresentação de imagens já conhecidas para que os alunos façam associações, da mesma forma que Jesus o fazia com as parábolas.
3. Deve-se considerar a faixa etária, as condições sócio-econômicas, bem como os interesses do aluno para que possamos ensiná-lo de acordo com as suas necessidades, adaptando o ensino ao desenvolvimento moral e espiritual dos mesmos (ou seja, à altura espiritual dos alunos).
4. A verdade a ser ensinada deve provocar mudanças na vida do professor, permitir que o mesmo se emocione, sinta o impacto daquela palavra ensinada em sua vida e a pratique. Quem domina a lição e permite que ela o comova, também saberá comover os seus ouvintes.
5. Vejamos o que Myer Pearlman diz acerca do papel do eficiente professor: “...Você, professor, tem de relacionar constantemente as partes das Escrituras – comparando as histórias com as doutrinas, as profecias com seu cumprimento, os livros com os livros, o Antigo Testamento com o Novo Testamento, os tipos com os arquétipos (modelos, anotação nossa), para que o aluno aprenda que a Bíblia não é uma coleção de textos e de fatos separados, estanques, mas uma unidade viva, cujas partes estão relacionadas vitalmente umas com as outras, como os membros do corpo humano. Vimos depois que o professor precisa aplicar continuamente a lição à vida individual, e à coletiva, para que o aluno fique sabendo que todo ensino bíblico está relacionado com os fatos de sua vida. Nenhum ensino bíblico é teórico, sem aplicação prática.”
2. COMO O PROFESSOR DEVE SE PREPARAR
1. Preparo espiritual – à frente da sala deve estar um verdadeiro cristão, alguém que tenha uma real experiência de conversão e que procura santificar sua vida. Tal serviço prestado ao Rei é resultado de uma vocação, um gesto de adoração. Não basta ser profissional, é necessária a submissão ao Senhor Jesus, uma vida de adoração, de execução da Sua vontade e busca pelas coisas de cima, tal como o salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei.” (Sl 119.18). É preciso reconhecer-se dependente do Senhor, incapaz de compreender a Palavra sem o Seu auxílio, moldando a sua vida de acordo com esta Palavra.
O professor deve ser um depósito de verdades divinas e fiel guardião da sã doutrina à medida que viver em comunhão com a Palavra de Deus (Sl 119.97; Ex 3.1). Este amante da Palavra, certamente, vive com o seu coração a ferver com palavras boas, ensinamentos eternos e vivos que fazem toda a diferença (Sl 45.1).
2. Preparo bíblico eficaz - o preparo espiritual é um pré-requisito indispensável para se dar início ao preparo bíblico, num profundo mergulho nas Escrituras, que se apresenta nas seguintes atitudes: fazer diversas leituras do texto bíblico, comparando as diferentes versões; formar uma biblioteca pessoal que contenha dicionários, concordâncias, comentários e manuais bíblicos que auxiliarão na interpretação dos textos; fazer diversas perguntas ao texto para identificar promessas, ordens, mandamentos, princípios, doutrinas, orientações e lições. O descuido com a pesquisa traz inúmeros prejuízos à aula, o que contribui para desmotivar os alunos; fazer um esboço detalhado do texto bíblico – dividir o texto em partes menores permite a assimilação de novas informações; selecionar as lições mais importantes do texto – a Bíblia é como um poço de águas cristalinas que saciam a nossa sede; como uma caverna que contém inúmeros tesouros, os quais, para serem encontrados, requerem tempo, paciência e coragem de quem os busca. Deve haver prazer em meditar na Lei do Senhor (Sl 1.2) para efetuar este intenso trabalho de pesquisa.
3. Estudo da lição desde o início da semana - o ideal seria que todo professor reservasse, pelo menos, meia hora de cada dia, para estudar a lição. Dessa forma, resolveria aquelas questões que surgem, durante o estudo, antes de ministrá-lo à sala, encontrará melhores ilustrações e referências para o assunto, disporá de mais tempo para orar, bem como contar com a função cerebral subconsciente, segundo Myer Pearlman: “O subconsciente nos ajuda muito. Sabe-se que por meio do subconsciente aprendemos muito. Depois de havermos feito um estudo árduo e consciente de um assunto, nossa mente continuará trabalhando na questão, enquanto dormimos ou cuidamos de outras coisas. O ditado muito conhecido que diz ‘consulte o travesseiro’ acerca de uma decisão ou problema, está certo. É exemplo do que vimos dizendo sobre o subconsciente. Mas acima de tudo, lembre-se de que por meio da oração é possível estimular sobrenaturalmente as nossas faculdades mentais. ‘Ele os guiará em toda verdade’, diz-nos Cristo. Note que a palavra ‘guiar’ subentende que devemos estar procurando a verdade, ou em outras palavras: estudando.”
4. Estudo consciente - o texto bíblico da lição deve ser averiguado, analisado, dissecado, experimentado antes da investigação profunda do comentário da revista. Ajuntar material além do necessário para a aula. Isso depende da aplicação e dedicação do professor que deseja inspirar amor pelo estudo, trazendo informações adicionais ao texto da lição para a classe. Estudar o texto e o contexto de forma detalhada.
5. Registro pessoal de seu estudo – o professor deve preparar-se em oração e fazer anotações pessoais (na escrita e na prática) que estejam relacionadas à edificação do caráter cristão e testemunho pessoal. A mensagem a ser transmitida deve provocar o efeito da transformação de vidas. Daí a necessidade do testemunho pessoal.
6. O estudo da lição – o planejamento da aula com base nos objetivos da lição é fundamental para que o professor ensine uma mesma verdade de várias maneiras. Tudo o que ele disser deve estar centrado no objetivo principal da lição. O tema principal será como um Sol, ao redor do qual se moverão todos os pensamentos a ele relativos, tais como os planetas o fazem ao redor da maior estrela.
7. Apresentação da lição - o início da aula é o momento de negociação, momento no qual o professor vai lançar o anzol com uma isca bem apetitosa para atrair o aluno a si, mantendo-o fisgado. Para isto, ele deve elaborar estratégias que façam o aluno pensar, despertem o seu interesse, explicando verdades novas com o auxílio de verdades já assimiladas. O esboço não deve ser lido para a classe. Deve ser apresentado como um esqueleto que o professor vai revestir com a carne, usando os comentários necessários para revesti-lo e tornar a mensagem compreensível.
8. Ilustração da lição - o professor precisa estar atento ao limite de tempo que possui para que possa ministrar a aula de acordo com o objetivo principal. Myer Pearlman compara a ilustração da lição à edificação de uma casa: “ Dominar a matéria e determinar o objetivo correspondem, digamos, a fazer um desenho da casa pronta, e elaborar a descrição detalhada da planta. Pode incluir a decisão quanto ao material que se há de usar. A introdução da lição representa a abertura dos alicerces. Resumir a lição é levantar as estruturas de concreto. As perguntas correspondem às divisões revisadas. Pediu-se aos alunos que respondessem a algumas perguntas acerca do assunto. Por meio de trabalhos práticos, por escrito, ou por meio de diálogo, o professor dará o acabamento à obra.”Ele ainda acrescenta: “As ilustrações correspondem às janelas e às lâmpadas elétricas que iluminam as dependências da casa.
As ilustrações esclarecem o tema, ajudam o aluno a compreendê-lo, e assim mantém seu interesse. Por isso, é melhor o professor preparar uma lista de ilustrações.”Para fazer bom uso das ilustrações, o mesmo autor deixa-nos algumas sugestões de como as ilustrações devem ser:Mais claras que a verdade que ser ilustrar; interessarem o aluno e estar relacionada à sua experiência, relacionarem-se realmente com a lição; apresentadas com um certo limite, evitando-se o excesso; causar boa impressão; sugerirem boas idéias; aplicadas à verdade e a verdade aplicada à ilustração. Ex.: parábolas.A conclusão da lição - é o momento no qual o professor vai trabalhar para despertar no aluno o firme desejo de colocar em prática tudo o que aprendeu, dando a ele oportunidades para memorizar a mensagem principal e amar a verdade ali ensinada. Pois o que mais importa é a aplicabilidade do conhecimento, o que nos faz recordar a unidade do homem como a apresenta Pestalozzi: espírito – coração – mão. Observando este aspecto, o professor possibilitará o desenvolvimento da tríplice atividade humana, contribuindo para o aprimoramento da inteligência, da moral e da técnica: conhecer – querer – agir:
“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl.119.11).
Fonte: EBD Online
sexta-feira, 30 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
SEMINÁRIO E MONTAGEM DE EBF
OFICINA DATAS ESPECIAIS - DIA DAS MÃES
Quem participou de uma Escola Bíblica de Férias (EBF) na infância não esquece os momentos, corinhos e brincadeiras, as criatividades dos professores e seus rostos alegres. É notória a importância da EBF no evangelismo e formação do caráter cristão das crianças. Muitos professores de hoje são frutos do ensino bíblico que receberam nas aulas durante as férias escolares. A modalidade que conquista cada vez mais alunos vem se adaptando ao longo dos anos. Muitas igrejas estão renovando as estratégias e ajustando suas programações ao público que freqüenta as aulas.Classes para pais, com palestras de saúde, educação infantil e aulas de artesanato, são algumas das novidades. Os frutos continuam brotando e podem ser testemunhados em todas as Igrejas. Uma prova de que as férias para esses alunos ficarão marcadas durante toda a vida.
A Escola Bíblica de Férias é um trabalho específico da igreja que, como já sugere o título, deve ser realizado no período das férias escolares, buscando atender não só as famílias da Igreja, como as famílias da comunidade, intensificando assim, a relação igreja – comunidade.
Realize uma Escola Bíblica de Férias na sua Igreja. Prepare seus professores com o NOBEC-Recife.
sábado, 17 de abril de 2010
IGREJA EVANGÉLICA BATISTA ÁGAPE
Seu carinho me anima a prosseguir.
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Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina
Espero que goste deste Blog! Foi feito especialmente para aqueles que amam o Ministério Infantil e desejam aprender mais de Deus.
Tem dicas para Educadores, Evangelistas de Crianças, Pastores e Amigos das crianças. Também temos muitas sugestões para ajudar em sala de aula.
Ele não é só do NOBEC , é seu também. Seja um seguidor valoroso.
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