sábado, 5 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

RECAPITULAÇÃO - COMO FAZER

























Use este recurso de recapitulação em sua sala de aula. Use os 4 ultimos versículos com a criança e observe se ela conseguiu memorizar todos. É muito divertido. Você pode usar a seta em direção do versículo solicitado e pedir para que os alunos recitem o mesmo.
MOLDE DE FAZER:
1. Imprima o molda da roda e da seta
2. Use bailarina
3. Papel cartão e cola
4. Conatcte
5. Durex
6. Tirinhas feitas no computador com as referencias do versículo
7. Tesura e furador
MODO DE FAZER:
1. Cole a roda em papel cartão, passar o contacte e recortar
2. Com o furador faça um furo na seta e na roda
3. Fixe a bailarina no furo
4. Cole as faixas com os versículos dentro das divisões da roda e pode girar livremente
Serão momentos de muito aprendizado para as crianças de sua salinha.
Boa sorte
Tia Val




COMO ACALMAR A TURMA


•Há dias em que as crianças estão com a corda toda. Para esses dias inventei a técnica dos cartões (como juiz de futebol).

Cada cartão de uma cor simboliza uma ação. Exemplos:

cartão azul = ESTÁTUA
cartão amarel o= DAR UMA GARGALHADA
cartão vermelho = PARE
cartão preto = ABAIXAR
cartão rosa = VOZ "INVISÍVEL" (SEM SOM)
cartão branco= DAR UM ABRAÇO

Na sala temos um cartaz com essas legendas.
Funciona muito bem. Podemos exemplificar: estamos andando em fila de repente levanto o cartão azul, imediatamente todos ficam estátuas. É maravilhoso, eles adoram e ficam mais calmos. Espero que este exemplo possam auxíliar vocês também.

•Vocês poderão escolher os comandos.

Fonte: Tia Mary, adaptado

quarta-feira, 2 de junho de 2010

IDÉIAS CRIATIVAS PARA CONTAR HISTÓRIAS BIBLICAS


Homem da mão ressequida (Mt 12:9-13):
Usar luvas cirúrgicas para simbolizar o homem que tinha a mão ressequida. Mostrar a luva vazia representando o homem antes da cura. E encher a luva para demonstrar a cura realizada por Jesus. É interessante dar uma luva para cada criança.

Pragas do Egito – Rãs, Gafanhotos (Ex 8:6, 10:14):
Utilizar desenhos de sapos coloridos e espalhar por toda a sala. Depois que contar a história pedir que eles procurem os sapinhos. Quem achar primeiro ganha um prêmio. Ainda podem-se utilizar vários insetos de borracha.

Maná (Ex 16:31):
Levar pão e mel ou pão de mel para as crianças verificarem como era gostoso o alimento que Deus mandou do céu para o seu povo. Para representar as codornizes pode levar salgadinho de frango (tipo fandangos ou batata frita com sabor).

Povo no deserto – Águas amargas e doces (Ex 15:23-25):
Para representar a água amarga se tornando doce, pode levar água tônica sem gás (vai ficar com um gosto ruim), e dar um copinho de café com essa água para cada criança tomar. É interessante que todas as crianças tomem essa água de uma vez, para verem o gosto ruim que a água tinha.
Em seguida, dar água mineral para elas beberem e perceberem o milagre feito por Deus para seu povo.

Elaborado por Sandra Cristina de Oliveira Soares

JESUS TRANSFORMA ÁGUA EM VINHO

Texto Bíblico: João 2.1-11

Prezado professor, o objetivo desta lição é fazer com que as crianças aprendam que precisamos recorrer a Jesus nos momentos de necessidade.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “CONFIAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Você pode confiar em Jesus.

Para refletir

• “Na época de Jesus, os casamentos eram festas que duravam uma semana inteira. Os banquetes eram preparados para muitos convidados, e a semana poderia ser gasta celebrando a nova vida matrimonial do casal. Muitas vezes a cidade era convidada, todos podiam comparecer; era considerado um insulto recusar o convite para um casamento. Para acomodar muitas pessoas, era necessário um cuidadoso planejamento. Acabar o vinho era algo mais do que embaraçoso; um fato como este representava uma grave falta em relação às regras de hospitalidade. Jesus estava prestes a suprir uma necessidade altamente emergencial”
Durante a festa, houve acabou o vinho. Jesus estava na festa, Ele era o convidado mais importante naquele momento. O vinho acabou! E agora! Será que sairam para comprar mais vinho? Será que conseguiram emprestado? Não!
Maria, sua mãe falou: Jesus acabou o vinho! Você pode fazer alguma coisa? O que vocês acham que Jesus respndeu? POSSO ou NÃO POSSO...
Jesus como um bom filho, atendeu o pedido de Maria. Maria pediu para que os empregados da casa fizessem tudo o que Jesus mandasse. Sabe crianças... Jesus pediu que os empregados enchessem os potes e eles fizeram tudo direitinho como Jesus mandou.
Crianças aconteceu o primeiro milagre de Jesus. Os potes que estavam cheios de água foram transformados em potes com vinho novo e muito bom. Jesus é maravilhoso! Transformou a água em vinho e todos se alegraram.
Jesus também transforma outras coisas, Ele é Poderoso. Pode transformar até o coração do menino e da menina quando ele diz SIM para Jesus. Jesus é muito bom!

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• Professor, “tanto as crianças do maternal como as do jardim gostam de contar as historias que ouviram. Sempre que possível, você deve dar à criança a oportunidade de recontar a história contada na classe, deixando-a manusear os visuais” (Marta Doreto).

Regras Práticas para os Professores

Como Deus projetou a criança?

O ministério com crianças demanda um entendimento das necessidades por faixa etária. Precisamos considerar as necessidades das crianças quando ensinamos a Palavra de Deus.

Uma criança precisa de amor

• Seja agradável. Chame a criança pelo nome;
• Toque, abrace, afague para transmitir amor;
• Ouça quando a criança falar;
• Fique ao nível dos olhos das crianças;
• Com frequência faça elogios ou dê incentivos especificamente;

Uma criança precisa se sentir segura

• Seja positivo;
• Seja coerente na disciplina;
• Empregue atividades conhecidas pelas crianças;
• Direcione a conversa ao constante cuidado de Deus;

Uma criança precisa se sentir aceita

• Permita que as crianças escolham as atividades;
• Aceite as crianças mesmo que elas tenham sentimentos negativos;
• Aceite a criança mesmo que você não consiga aceitar o comportamento dela;
• Direcione a conversa ao amor de Deus pela criança;
Extraído e adaptado do livro: Manual de Ensino para o Educador Cristão, CPAD

• Atividade Manual

Para reforçar o ensino da lição, sugerimos que as crianças encenem a história bíblica.

Não esqueça de enviar para casa o versículo aprendido em sala de aula.

PARÁBOLA – AS DUAS CASAS



Certo dia, Jesus contou uma estória sobre duas casas bem bonitinhas, muito parecidas, construídas na beira do mar.
De longe ninguém percebia nem de perto era fácil perceber a diferença entre as casas...
A diferença entre essas duas casas é que uma foi construída sobre uma rocha, uma pedra firme, bem segura... A outra foi feita na areia bem macia e fofa.
Duas casinhas tão bonitas, na beira do mar...
Um dia, veio uma chuva muito forte; um temporal... Com muitos raios, trovões. Caiu muita água...
Mas logo, o vento começou a acalmar, a chuva foi diminuindo, e o céu foi clareando novamente.
Mas, e as casas? Vejam só! Uma caiu, e a outra ficou firme. Qual será que foi levada para o mar?
A casa construída na pedra não caiu.Mas a que estava na areia... no primeiro ventinho, se partiu!

Jesus contou esta história. Sabem o que ele queria dizer?

Que assim acontece com a gente também. Quem escuta a boa notícia que é o Reino de Deus, mas não muda sua vida, não faz a vida mudar, é como aquele que constrói a casa na areia, uma casa que cai fácil; é uma pessoa sem juízo...
Mas quem constrói a vida em uma rocha firme, que é Deus, agüenta firme os problemas, tem força para lutar, continuar... Quem tem Deus como fundamento é como aquele que construiu a casa sobre a rocha: é sábio!

Oração final: Querido Deus, dá-nos sabedoria para sermos como o homem que construiu a casa sobre a rocha. Pedimos também que sejas o fundamento de nossas vidas, amparando-nos para não cairmos por causa de qualquer ventinho. Amém!

terça-feira, 1 de junho de 2010

ENSINO Á CRIANÇA SALVA





Se existe maior alegria para o professor de crianças que o de ganhar suas crianças para Cristo, é ver em suas vidas as evidências da regeneração e verificar que elas estão crescendo espiritualmente.

A responsabilidade do professor não termina quando seu aluno aceita Cristo como seu Salvador; pelo contrário, ela aumenta, o "bebe em Cristo" necessita de um cuidado todo especial.

O apostolo Paulo escreveu aos seus filhos da fé, em Galatas 4:19 "meus filhos, porque de novo sofro as dores de parto até ser Cristo formado formado em vós". O crescimento espiritual virá através do conhecimento da Palavra de Deus, o "genuino leite espiritual" (I Pedro 2.2).

A criança salva deve aprender a aplicar à Palavra de Deus as suas proprias experiências e necessidades diárias. O primeiro ensino a criança que aceita a Cristo deve ser: A CERTEZA DE SALVAÇÃO.

  • Todo o recem-nascido na familia de Deus necessita saber que seus pecados estão perdoados e que agora ele é filho de Deus (I Joao 5:11,12 - João 5:24 - Ap 3:20 - Heb 13:5b e outros) O professor deve pedir direção de Deus quanto ao versículo que será usado na ministração.

  • A criança deve aprender que ela não precisa atender a outros convites relacionados a entrega de sua vida ao Senhor Jesus, pois ela já o fez. Já tem a salvação em Cristo.

  • Se a criança continuar a levantar sua mão cada vez que o apelo for feito, o professor deverá conversar com ela para saber se ela entendeu o passo que ela deu em direção a Cristo.

  • A criança precisa sentir o amor de Deus em sua vida, jamais ter dúvidas.
HISTORIAS QUE DEVEMOS MINISTRAR APÓS A DECISÃO DA CRIANÇA POR CRISTO

Amor de Deus

Céu

Nova Criatura

Serviço - Mordomia

A Vida de Jesus

A Vida Cristã

outros


PACIÊNCIA

"LANÇA O TEU PÃO SOBRE AS ÁGUAS, PORQUE DEPOIS DE MUITO DIAS O ACHARÁS ( EC 11:1)
Não devemos contar com o premio imediato para todo o bem que fizermos; nem devemos tampouco limitar os nossos esforços aos lugares e as pessoas que parecem dar-nos uma recompensa pelos nossos trabalhos. O egípcio deita a sua semente sobre as águas dos Nilo, o que talvez nos pareça um desperdício completo do trigo. Todavia à seu tempo, a inundação baixa, o arroz ou qualquer outro grão, penetra no lodo fértil e, rapidamente, produz a colheita. Façamos bem hoje aos ingratos e aos maus; ensinemos os indiferentes e rebeldes; as águas que oferecem poucas probabilidades talvez cubram terrenos que prometem muito. O nosso trabalhos para o Senhor nunca será em vão, seja onde for.
Pertence-nos lançar o nosso pão sobre as águas, é de Deus o cumprimento de Suas promessas: o "acharás". Ele não faltará ao que prometeu. A sua boa Palavra que temos falado, viverá e será achada por outros. Talvez não no momento em que prevíamos, com certeza um dia veremos o que foi semeador. Teremos que exercer muita paciencia, e mesmo talvez o Senhor a exercite: "depois de muitos dias", diz as Escrituras, e em muitos casos, esses dias transformam-se em meses e anos. Não obstante a Palavra permanece verdadeira. A Promessa de Deus se cumprirá. Procuremos nós cumprir o preceito, e cumpri-lo neste dia (C.H. Spurgeon).
Para mim foi inspiradora esta meditação do grande pregador Spurgeon, e quiz repartí-la com você. Se posso me atrever a acrescentar algo aos escritos do "principe dos pregadores" , compararia a evengelização das crianças, ao lançar o "pão sobre as águas". O resultado talvez apareça muito mais tarde, mas, se obedecermos ao Senhor cumprindo nossa parte em lançar o pão, Ele certamente cumprirá sua promessa: "Depois de muitos dias o acharás".

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Oração da Mãe Cristã

Evilásio Neto Lívia Tenório
Festa de casamento de Natália(fiilha) e Jaime(genro)

Izeli Gabriela (daminha)
Festa de aniversário de Cauã(neto), Bruno(filho) e Janaina(nora)

Senhor, eis aqui meus filhos.
Eu sou grata, Senhor, porque os destes a mim.
Obrigada, porque me fizeste participante do milagre da criação.
Tu somente és Criador, mas por nove meses tive o privilégio de participar da Tua natureza criadora.
Então, nessa parceria divina, compreendi o Teu plano maravilhoso pra mim: mãe conceptora, ensinadora, cuidadosa amorosa e amiga.
Dia após dia, cada um destes predicados me faz sentir a responsabilidade que tenho para contigo: encaminhar os meus filhos a Ti.
Fiz por eles o que pude... embalei-os, amamentei-os, dei-lhes amor, carinho, afeto, cuidados físicos, levei-os à escola.
Junto com o marido que amo, que o Senhor escolheu para mim, os ensinamos a serem educados e prestativos, os encaminhamos a Ti, mas só pudemos fazer tudo isso com a Tua ajuda, Senhor.
Muitas vezes, aflita ante às adversidades da vida, orei a Ti, e a Tua Palavra me incentivou dizendo: "Ensina o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele." (Pv. 22:6)
Senhor, que satisfação sinto agora quando os vejo orando ao saírem de casa e antes de dormir. Que felicidade é poder compartilhar com eles no culto doméstico. Que alegria é senti-los ansiosos por me acompanharem à Igreja. Que realização é vê-los desempenhando suas funções na Igreja, seja contando nos grupos, tocando seus instrumentos, ou mesmo nas reuniões sociais.
Eu sei, Senhor, que não os terei para sempre. Eles seguirão cada qual o seu caminho, formarão outra família e outros me substituirão em suas vidas, mas eu terei sempre a alegria de tê-los encaminhado a Ti.
E esta alegria compensa as noites mal dormidas, as olheiras profundas, o coração acelerado... então, eu os verei na Tua casa, continuando a obra que Tu confiaste a mim e terei a certeza de ter cumprido com a minha missão.
Obrigada, Senhor, por meus filhos maravilhosos... presentes que Tu me deste!!!

(Desconheço a autoria

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Coordenador(a) de Departamento Infantil

Para vc coordenadora de Departamento Infantil, trate sempre com carinho sua equipe:

Seria bom que vocês fizessem planos para que o domingo se prolongasse. Estas são algumas sugestões que podem ser de ajuda:

1. Torne cada parte da Escola Dominical tão viva, significativa e interessante que as crianças não consigam esquecê-la durante a semana.

2. Torne precioso cada minuto da Escola dominical.

3. Assegure-se de que ao as crianças deixarem a classe da Escola Dominical saibam qual é seu alvo ou tarefa espiritual para a semana seguinte. Elas poderiam escrevê-lo.

4. Vez por outra, contate a criança durante a semana. Pergunte como ela está passando e lembre-a do alvo para a semana.

5. No início do programa, a cada semana, peça a várias crianças para contarem a respeito de como cumpriram o alvo ou a tarefa da semana. Logo a memória delas irá melhorar e irão levar a sério seu alvo.

RENOVAÇÃO DA SALA DA EBD

1. Verifique quanto tempo faz desde que a sala foi pintada pela última vez. Se necessário, veja que as paredes sejam pintadas. Ou, se não for possível, procure lavar as paredes, o chão, mesas e cadeira, etc.

2. Avalie detidamente toda as figuras – de feltro e impressas. Os cantos estão amassados, o papel está amarelado? As pessoas retratadas são de décadas atrás? Se este for o caso, comece a buscar materiais novos e atualizados.

3. As flores de plástico realmente indicam a idade de sua sala. Elas são de fato necessárias? Será que poderiam ser substituídas por plantas verdadeiras ou por flores de seda?

4. Dê uma boa olhada nas cortinas e nas janelas. Elas permitem a entrada suficiente de luz? Será que uma cortina nova e mais clara não daria maior luminosidade? As crianças ficam de frente para as janelas? Se este for o caso, veja que fiquem de costas para a janela.

5. Sua sala possui um mural ou outra estrutura similar bonita? Veja se há necessidade de reformulá-lo.

SUGESTÕES PARA OS MOMENTOS DE LOUVOR

As crianças de todas as idades ainda gostam de cantar – assim como o faziam as crianças das décadas de 1950 e 1960. Hoje, há muitos mais hinos disponíveis. Estas são algumas sugestões para tornar os momentos de louvor mais significativos em sua Escola Dominical:

1. Escolha um repertório de 15 a 20 hinos para serem cantados na Escola Sabatina até que as crianças saibam cantá-los bem. Inclua, pelo menos, cinco hinos novos a cada ano. Ensine um hino por vez.

2. Proveja a letra para as crianças que sabem ler, mas incentive-as a memorizarem a letra o quanto antes possível.

3. Incentive as crianças a cantarem bem e elogie-as por isso.

4. Introduza variedade na forma de cantar ao, de vez em quando, ver que um verso seja cantado em solo ou ao pedir que os meninos cantem um verso e as meninas outro.

5. Se possível, utilize instrumentos. Talvez uma ou mais crianças na sala saibam tocar.

6. Incentive os estilos musicais ponderados e reverentes. Elogie as crianças, as fileiras ou seções que estão cantando bem.

SUGESTÕES PARA MOSTRAR APRECIAÇÃO

Estas são algumas expressões de agradecimento que podem ajudá-lo em seu esforço de demonstrar apreciação por aqueles que trabalham com você, quer sejam remunerados, voluntários ou pais:Uma vela perfumada decorativa: “Obrigado por deixar sua luz brilhar”.Um potinho com balas de goma: “É muito gostoso trabalhar com você”.Cesta com frutas: “Para alguém cheio do Fruto do Espírito”.Pão feito em casa: “Obrigado por ser o fermento do reino de Deus”.Vidro com suco de uva: “Obrigado por sua efervescência”.Depois do período de férias ou ausência, anexe um cartão a uma lixa: “Foi difícil sem a sua presença”.Escreva uma mensagem de agradecimento no verso da foto onde mostra a pessoa em ação.Uma caneca com guloseimas.Uma camiseta de “obrigado” decorada pelas crianças.Diário para registrar as lembranças durante o ano.Cesta com chás diversos.Um vasinho de flores.Bolsa/pasta para carregar o material da igreja.Avise as pessoas que você está orando por elas.Avental (para a pessoa que deu aulas de culinária para as crianças).Cartão personalizado de A a Z (Atencioso, Bem-disposto, Camarada, etc.).Descubra o doce, música, flor - preferida da pessoa. Dê um presente inesperado.

Na igreja, vez por outra, faça reconhecimento público.Realize, a cada bimestre, reuniões de treinamento sobre tópicos diferentes: idéias, disciplina, etc.Observe como a pessoa alcança as crianças e felicite-a por isso.Coloque no mural uma mensagem de agradecimento.

Faça pegadas humanas em cartolina, anote os nomes dos voluntários, e coloque-as na direção de um cartaz de agradecimento.

Sorria e ria com freqüência.Empregue sua criatividade e acrescente itens a esta lista.

A última sugestão aqui: Deixe as pessoas saberem que você as aprecia.

Feryl Moorhouse Harris é Diretora dos Ministérios da Criança da Associação Mountain View e defensora das crianças e dos líderes dos ministérios das crianças.[Extraído de Kids’ Ministry Ideas, janeiro – março de 2005, p. 5.]


Lições que somente Deus ensina

Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios. Salmo 90,12. vida é uma escola. Ela nos ensina a ser espertos, calcular riscos, investir para receber mais e especialmente cuidar de nós mesmos. Mas não é exatamente isso que o Salmo 90,12 recomenda. Esta peça poética de Moisés fornece preciosas lições a todos os que perceberam que somos mal orientados se não buscamos instrução do Senhor. Uma vez que o profeta foi inspirado por Deus, estamos certos que não se pode encontrar em nenhuma outra escola. Isaías prometeu (e Jesus repetiu) que Deus ensinaria aos que seriamente desejassem matricular-se em Sua escola (Is 54,13; Jo 6,45).

É uma oração que articula este pedido: Ensina-nos a contar nossos dias. O tempo não pára. Ele passa. Alguns se preocupam com o envelhecimento somente quando os anos já foram. Não ouviram a advertência do Pregador: Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias(...) (Ec 12,1). Os dias desperdiçados são justamente os que não passaram nenhuma lição sábia para o coração. Mesmo que a maioria dos homens despreze a instrução que vem do Criador, o fiel servo pede, insistentemente, que Deus o ensine lhe que tem importância eterna.


Educação secular valoriza informação e inteligência. Quem sabe mais pode resolver problemas mais eficientemente e, assim, toma a vantagem. As escolas se interessam mais por matricular os melhores alunos. Universidades elites despejam seus formandos nas profissões, nas indústrias, laboratórios e altos escalões do governo. Benefícios financeiros são invejáveis. A sociedade reputa mais feliz quem desfruta mais privilégios neste mundo globalizado que promove e enriquece seus melhores jogadores. Valores secundários, tais como distribuição justa da renda, cuidado especial para os marginalizados e esquecidos têm menos importância. E nem se fala da busca em primeiro lugar do Reino de Deus.


Mas o lado negativo desta corrida à busca do conhecimento e das vantagens materiais, com que ele coroa seus corredores mais bem sucedidos, já foi descrito por um dos seus mais famosos adeptos: Mark Twain, escritor americano. Ele utilizou seu extraordinário talento para escrever livros há mais de cem anos. Suas obras são conhecidas e apreciadas por milhões de crianças e adultos. Declarou este ateu em sua autobiografia: "O único presente não envenenado que a vida concedeu é a morte." No Salmo 90, Moisés pede que Deus nos ensine a (...)contar os nossos dias para alcançar um coração sábio.


Consideremos alguns elementos chaves nesta oração: Primeiro, somente Deus conhece quantos dias restam de nossa vida. A certeza da morte é inegável. Igualmente certo é o fato de ninguém saber em que dia ela virá. Deus, nosso Professor Supremo, conhecedor de todas as coisas, marca a carga horária na escola da vida. Ele é quem assina o diploma ou reprova os alunos. Segundo, os melhores alunos pedem ajuda de Deus para evitar o desperdício do tempo. Dias não-contados referem-se a dias não-aproveitados, horas em que nada se fez ou não se aprendeu nada de valor. Nenhuma palavra de encorajamento emanou da boca e nenhuma influência sadia impeliu alguém em direção de Deus.


Terceiro, o objetivo das lições de Deus visa alcançar um coração sábio. Ele mostra o caminho e motiva seus servos a progredir nessa direção. Revelou sua infalível Palavra para ser luz e lâmpada para os pés dos que andam nos caminhos sinuosas deste mundo. Quarto, indagaremos sobre o que quer dizer "coração sábio". Estas palavras têm um paralelo na mensagem de Paulo: Não cessamos de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em todo a sabedoria e entendimento espiritual. (Cl1,9).


Se Deus nos ensina clara e inconfundívelmente Sua vontade, não ficaremos mais presos à cegueira que baseia suas decisões no por acaso de loteria. Infinitamente melhor é escolher debaixo da direção daquele que conhece o futuro tão plenamente como o passado (Rm 8,14). Sabedoria quer dizer inteligência que encherga bem, além do horizonte desta vida curta e insegura. Escolher de acordo com a orientação bíblica permite o servo ecoar as palavras do famoso missionário David Brainerd no limiar da morte. "Não teria vivido a minha vida diferentemente do que vivi por nada neste mundo." Jim Elliot, inspirado pela sabedoria de Brainerd, foi morto por uma lança dos selvagens aucas no Equador, em 1956. Disse o mártir: "Não é tolo quem larga o que não pode segurar para pegar o que não pode perder." Quem, além de Deus, pode ensinar a um filho de Adão esta realidade? Ninguém nasce sábio. Pecadores buscam prazer e sucesso com uma visão curta. Não olham além da morte física, enquanto o homem que quer aprender a sabedoria de Deus avalia tudo à luz da eternidade.
Paulo disse que, se recebermos sabedoria e entendimento espiritual. viveremos (...)de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado(Cl 1,10). Uma definição de pecado destaca precisamente este aspeto - desagradar a Deus agindo de maneira indigna do Pai que nos gerou pelo Seu Santo Espírito.


Moisés percebeu a importância de alcançar sabedoria. Durante quarenta anos, foi instruído em tudo o que havia de melhor da sabedoria humana. Matou o egípcio que maltratava um israelita. Era uma decisão aparentemente inteligente, mas não sábia. Depois fugiu para Midiã onde teve tempo para as aulas de Deus. Durante quarenta anos, foi adquirindo do alto sabedoria que lhe serviu tão bem durante os últimos anos do governo do Povo Escolhido. Mesmo sendo Moisés um servo humilde, Deus o escolheu para conduzir Israel para fora do Egito até a Terra da Promissão e escrever os primeiros cinco livros da Bíblia. Foi este mesmo Moisés que escreveu o Salmo 90 e gravou este pedido e ajuda para contar os dias, de modo que alcançou a sabedoria.

Dias são desperdiçados porque não os contamos como preciosas pérolas que podem ser trocadas por sabedoria do alto. O Salmo 90,12 aponta a direção de verdadeiro sucesso. Pedir a instrução do Criador infinito em poder e sabedoria é o único meio de chegarmos ao fim da vida felizes e bem-sucedidos aos olhos de Deus. Para se viver bem, no mundo e no céu, sabedoria do alto (Tg 3,17) é tudo!


Jonathan Edwards creu que a sabedoria celestial valia mais que dinheiro ou fama. Ele e sua mulher santa tiveram setecentos e vinte e nove descendentes. Dessa família surgiram trezentos pregadores, sessenta e cinco professores universitários, treze reitores de universidades, sessenta autores de bons livros, dois deputados do congresso americano e um vice-presidente do país. Que explicação única haveria para um fenômeno como a família de Edwards, senão a busca de um coração sábio vindo de Deus e a valorização do tempo que o Senhor lhe concedeu?


RUSSELL P. SHEDD,missionário há mais de 35 anos no Brasil, é teólogo, escritor e conferencista.fonte: www2.uol.com.br/bibliaworld/raiodeluz/licoes.htm

domingo, 2 de maio de 2010

A Santa Ceia é a mesa do Senhor Jesus.

Confraternização das crianças que participaram dos estudos da Santa Ceia em Itamaracá/PE

Izeli, Helisson, Talita, Alan, Itálo
É o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos,
É a mesa onde os dons preciosos são dados e recebidos.
É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma.
A Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo.
É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível.
É uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo.

“Obrigado Senhor Jesus porque podemos fazer parte deste lindo banquete, seja conosco e também com o meu irmão.”

Direitos da Criança Cristã

1. Direito a não morrer pelos pecados cometidos. Jesus já pagou o preço exigido por Deus (Rm 5.8).

2. Direito de conhecer o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).

3. Direito a ser filho de Deus através de Jesus Cristo (Jo 1.12).

4. Direito à vida abundante em Cristo (Jo 10.10).

5. Direito a ter uma armadura completa para defender-se do mal (Ef 6.11).

6. Direito de orar e receber resposta (Mt 7.8).

7. Direito de ressuscitar no último dia (1 Ts 4.14).

8. Direito a um novo nome na Glória (Ap 2.17b).

9. Direito a pertencer ao corpo de Cristo e atuar como parte importante nele (1Co 12.22).

10. Direito de receber proteção e cuidado especial para obter um crescimento saudável no conhecimento de Deus.

Fonte: http://escolabiblicacriativa.blogspot.com/

sábado, 1 de maio de 2010

REVESTIVOS DA ARMADURA DE DEUS

Texto base: Efésios cap.6, vers. 11 a 18
Paulinho, tinha 10 anos. Era esperto e curioso. Também era aluno da EBD de sua igreja e não perdia nenhum culto. Ele gostava muito de estudar as grandes historias da bíblia. E tinha alguns personagens que ele gostava muito como Davi, Sansão, Gideão entre outros. Certa vez ele estava na escola junto com seu amigo Gustavo, eles brincavam e conversavam quando chegou perto deles um menino mais velho que eles, e que tinha fama de brigão, na escola. As outras crianças chamavam esse menino de Caco.
Caco se aproximou de Paulinho e Gustavo e começou a insulta-los. Ele queria arrumar briga com eles.Gustavo ficou com muito medo, mais revidava as provocações de Caco, e isso deixava Caco mais ainda nervoso. Paulinho tentava acalmar seu amigo Gustavo, dizendo que brigar não ia adiantar nada. E também pedia ao Caco que fosse embora porque eles não iam brigar com ele. Quase que Gustavo e Caco brigam de verdade, quando chegou a diretora e colocou ordem naquela situação.
Na hora de ir embora para casa, Gustavo e Paulinho foram conversando sobre o que havia acontecido. Gustavo queria saber como é que Paulinho ficou tão calmo naquela situação, com aquele menino tão brigão. Foi então que Paulinho começou a contar para Gustavo sobre as historias da bíblia. E Paulinho contou sobre a armadura de Deus.
- Sabe Gustavo eu fiquei calmo porque estou revestido com a armadura de Deus.
- Armadura de Deus? perguntou Gustavo.
Então Paulinho começou a lhe explicar: - É Gustavo, nós quando temos Jesus no nosso coração, não ficamos com medo a toa não, a bíblia, no livro de efésios, nos ensina que podemos nos revestir com a armadura de Deus. E estaremos prontos para enfrentar todas as situações difíceis que aparecerem.- E como é essa armadura? perguntou Gustavo
- Ah! ela é muito especial, ela é invisível, só sabemos que estamos com ela quando confiamos em Deus. E ela é completinha tem cinturão, tem couraça, tem sapato próprio, tem escudo, tem escudo, tem capacete e até espada. Gustavo ficou encantado com tudo que ouvia e ia pelo caminho perguntando muitas coisas sobre a armadura e Paulinho muito feliz ia explicando tudo pra seu amigo. Então Gustavo ficou tão entusiasmado que perguntou:
- Nossa Paulinho, que da hora essa armadura, cara. Eu também quero vestir, como eu faço?Paulinho respondeu:- Que legal Gustavo, então faz assim, domingo eu te pego na sua casa pra te levar no culto, e ai se você aceitar Jesus no seu coração, você vai poder orar e dizer a Deus que você também quer ser revestido com a Armadura De Deus.
Gustavo muito feliz respondeu:- Demais!!! Agora quero ver aquele Caco vir me provocar.
- É isso ai !! disse Paulinho.
E os dois amigos continuaram seu caminho rindo muito.
Adaptado







Como podemos contribuir para tornar a E.B.D. mais atuante e interessante?




1. SAIBA COMO PLANEJAR, COM EFICÁCIA, SUA AULA:

Conteúdo deve ser de pleno conhecimento do professor, o primeiro a ser considerado no planejamento da aula. Extensão e tempo é necessário verificar a quantidade de informações e ensinamentos a serem transmitidos. É preciso fazer uma seleção de conteúdos, priorizar as informações e ensinamentos que mais se harmonizam com os objetivos da aula, de forma prática no tempo disponível. A exposição de uma lição requer uma boa distribuição de tempo:

-Abertura (5%) – uma espécie de “quebra-gelo”: pergunta, brincadeira ou dinâmica para descontração dos presentes (geralmente ligada ao tema).

-Introdução (10%) – estabelecimento de relações com o tema estudado na aula anterior. Desperta a disposição para a aprendizagem. É por isso que deve haver criatividade, por parte do professor, que, também, precisa utilizar notícias de jornal, fatos contemporâneos, ilustrações e experiências corriqueiras para que os alunos se familiarizem.

-Interpretação (30%) – a argumentação bíblica do professor deve ser consistente com as verdades contidas na Palavra de Deus, de tal modo que os alunos posam interpretá-las e aplicá-las. Aplicação (40%) – o aluno deve ser estimulado a mudar aspectos de sua vida para andar de acordo com o que está contido nas Escrituras: os princípios, leis, ensinamentos que devem ser levados em consideração, esclarecidos e assimilados para a formação do caráter cristão.
É o momento no qual deve-se estimular a participação, o partilhar de experiências que propiciem edificação e aprendizado. Tudo isto deve ser feito com a supervisão e direcionamento do professor para que não se escape dos objetivos da aula.

-Conclusão (15%)- recapitulação das principais informações transmitidas e repasse de conhecimentos aprendidos. É o momento de fechar idéias, confirmar doutrinas e demonstrar a importância da mudança de atitudes e comportamentos. É momento de comunhão e edificação espiritual, por meio do qual os alunos farão uma introspecção para expor, diante do Senhor, a situação real de sua vida em busca de mudança.

A importância do planejamento e do ensino eficaz:
É o momento no qual o professor vai explorar, ao máximo, o seu potencial e criatividade, constatando o interesse dos alunos pela Palavra de Deus e o desejo de retribuir o que lhes foi ensinado. Para alcançar isto, o professor deve ser previdente e organizado, administrando o seu tempo semanal com a meditação da lição que vai ensinar. Por meio do ensino, o professor desperta a mente do aluno para captar e reter a verdade, motivando-o a pensar por si mesmo, da seguinte forma:

1. O aluno precisa crer que não é o professor que o ensina. O professor tem que fazer com que o aluno pense por si mesmo, estimulando a sua atividade intelectual para que ele descubra as verdades implícitas na sua mensagem. Somente há aprendizagem com a atividade mental dos alunos. Para isto, devem ser guiados de tal forma que possam expressar com segurança seus novos pensamentos, com base nos resultados da leitura e observações do professor.

2. O professor deve explicar o novo com base no antigo, partindo do conhecido para o desconhecido, do claro para o obscuro, do fácil para o difícil. A eficiência do seu ensino está na apresentação de imagens já conhecidas para que os alunos façam associações, da mesma forma que Jesus o fazia com as parábolas.

3. Deve-se considerar a faixa etária, as condições sócio-econômicas, bem como os interesses do aluno para que possamos ensiná-lo de acordo com as suas necessidades, adaptando o ensino ao desenvolvimento moral e espiritual dos mesmos (ou seja, à altura espiritual dos alunos).

4. A verdade a ser ensinada deve provocar mudanças na vida do professor, permitir que o mesmo se emocione, sinta o impacto daquela palavra ensinada em sua vida e a pratique. Quem domina a lição e permite que ela o comova, também saberá comover os seus ouvintes.

5. Vejamos o que Myer Pearlman diz acerca do papel do eficiente professor: “...Você, professor, tem de relacionar constantemente as partes das Escrituras – comparando as histórias com as doutrinas, as profecias com seu cumprimento, os livros com os livros, o Antigo Testamento com o Novo Testamento, os tipos com os arquétipos (modelos, anotação nossa), para que o aluno aprenda que a Bíblia não é uma coleção de textos e de fatos separados, estanques, mas uma unidade viva, cujas partes estão relacionadas vitalmente umas com as outras, como os membros do corpo humano. Vimos depois que o professor precisa aplicar continuamente a lição à vida individual, e à coletiva, para que o aluno fique sabendo que todo ensino bíblico está relacionado com os fatos de sua vida. Nenhum ensino bíblico é teórico, sem aplicação prática.”

2. COMO O PROFESSOR DEVE SE PREPARAR

1. Preparo espiritual – à frente da sala deve estar um verdadeiro cristão, alguém que tenha uma real experiência de conversão e que procura santificar sua vida. Tal serviço prestado ao Rei é resultado de uma vocação, um gesto de adoração. Não basta ser profissional, é necessária a submissão ao Senhor Jesus, uma vida de adoração, de execução da Sua vontade e busca pelas coisas de cima, tal como o salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu veja as maravilhas da Tua lei.” (Sl 119.18). É preciso reconhecer-se dependente do Senhor, incapaz de compreender a Palavra sem o Seu auxílio, moldando a sua vida de acordo com esta Palavra.
O professor deve ser um depósito de verdades divinas e fiel guardião da sã doutrina à medida que viver em comunhão com a Palavra de Deus (Sl 119.97; Ex 3.1). Este amante da Palavra, certamente, vive com o seu coração a ferver com palavras boas, ensinamentos eternos e vivos que fazem toda a diferença (Sl 45.1).

2. Preparo bíblico eficaz - o preparo espiritual é um pré-requisito indispensável para se dar início ao preparo bíblico, num profundo mergulho nas Escrituras, que se apresenta nas seguintes atitudes: fazer diversas leituras do texto bíblico, comparando as diferentes versões; formar uma biblioteca pessoal que contenha dicionários, concordâncias, comentários e manuais bíblicos que auxiliarão na interpretação dos textos; fazer diversas perguntas ao texto para identificar promessas, ordens, mandamentos, princípios, doutrinas, orientações e lições. O descuido com a pesquisa traz inúmeros prejuízos à aula, o que contribui para desmotivar os alunos; fazer um esboço detalhado do texto bíblico – dividir o texto em partes menores permite a assimilação de novas informações; selecionar as lições mais importantes do texto – a Bíblia é como um poço de águas cristalinas que saciam a nossa sede; como uma caverna que contém inúmeros tesouros, os quais, para serem encontrados, requerem tempo, paciência e coragem de quem os busca. Deve haver prazer em meditar na Lei do Senhor (Sl 1.2) para efetuar este intenso trabalho de pesquisa.

3. Estudo da lição desde o início da semana - o ideal seria que todo professor reservasse, pelo menos, meia hora de cada dia, para estudar a lição. Dessa forma, resolveria aquelas questões que surgem, durante o estudo, antes de ministrá-lo à sala, encontrará melhores ilustrações e referências para o assunto, disporá de mais tempo para orar, bem como contar com a função cerebral subconsciente, segundo Myer Pearlman: “O subconsciente nos ajuda muito. Sabe-se que por meio do subconsciente aprendemos muito. Depois de havermos feito um estudo árduo e consciente de um assunto, nossa mente continuará trabalhando na questão, enquanto dormimos ou cuidamos de outras coisas. O ditado muito conhecido que diz ‘consulte o travesseiro’ acerca de uma decisão ou problema, está certo. É exemplo do que vimos dizendo sobre o subconsciente. Mas acima de tudo, lembre-se de que por meio da oração é possível estimular sobrenaturalmente as nossas faculdades mentais. ‘Ele os guiará em toda verdade’, diz-nos Cristo. Note que a palavra ‘guiar’ subentende que devemos estar procurando a verdade, ou em outras palavras: estudando.”

4. Estudo consciente - o texto bíblico da lição deve ser averiguado, analisado, dissecado, experimentado antes da investigação profunda do comentário da revista. Ajuntar material além do necessário para a aula. Isso depende da aplicação e dedicação do professor que deseja inspirar amor pelo estudo, trazendo informações adicionais ao texto da lição para a classe. Estudar o texto e o contexto de forma detalhada.

5. Registro pessoal de seu estudo – o professor deve preparar-se em oração e fazer anotações pessoais (na escrita e na prática) que estejam relacionadas à edificação do caráter cristão e testemunho pessoal. A mensagem a ser transmitida deve provocar o efeito da transformação de vidas. Daí a necessidade do testemunho pessoal.

6. O estudo da lição – o planejamento da aula com base nos objetivos da lição é fundamental para que o professor ensine uma mesma verdade de várias maneiras. Tudo o que ele disser deve estar centrado no objetivo principal da lição. O tema principal será como um Sol, ao redor do qual se moverão todos os pensamentos a ele relativos, tais como os planetas o fazem ao redor da maior estrela.

7. Apresentação da lição - o início da aula é o momento de negociação, momento no qual o professor vai lançar o anzol com uma isca bem apetitosa para atrair o aluno a si, mantendo-o fisgado. Para isto, ele deve elaborar estratégias que façam o aluno pensar, despertem o seu interesse, explicando verdades novas com o auxílio de verdades já assimiladas. O esboço não deve ser lido para a classe. Deve ser apresentado como um esqueleto que o professor vai revestir com a carne, usando os comentários necessários para revesti-lo e tornar a mensagem compreensível.

8. Ilustração da lição - o professor precisa estar atento ao limite de tempo que possui para que possa ministrar a aula de acordo com o objetivo principal. Myer Pearlman compara a ilustração da lição à edificação de uma casa: “ Dominar a matéria e determinar o objetivo correspondem, digamos, a fazer um desenho da casa pronta, e elaborar a descrição detalhada da planta. Pode incluir a decisão quanto ao material que se há de usar. A introdução da lição representa a abertura dos alicerces. Resumir a lição é levantar as estruturas de concreto. As perguntas correspondem às divisões revisadas. Pediu-se aos alunos que respondessem a algumas perguntas acerca do assunto. Por meio de trabalhos práticos, por escrito, ou por meio de diálogo, o professor dará o acabamento à obra.”Ele ainda acrescenta: “As ilustrações correspondem às janelas e às lâmpadas elétricas que iluminam as dependências da casa.

As ilustrações esclarecem o tema, ajudam o aluno a compreendê-lo, e assim mantém seu interesse. Por isso, é melhor o professor preparar uma lista de ilustrações.”Para fazer bom uso das ilustrações, o mesmo autor deixa-nos algumas sugestões de como as ilustrações devem ser:Mais claras que a verdade que ser ilustrar; interessarem o aluno e estar relacionada à sua experiência, relacionarem-se realmente com a lição; apresentadas com um certo limite, evitando-se o excesso; causar boa impressão; sugerirem boas idéias; aplicadas à verdade e a verdade aplicada à ilustração. Ex.: parábolas.A conclusão da lição - é o momento no qual o professor vai trabalhar para despertar no aluno o firme desejo de colocar em prática tudo o que aprendeu, dando a ele oportunidades para memorizar a mensagem principal e amar a verdade ali ensinada. Pois o que mais importa é a aplicabilidade do conhecimento, o que nos faz recordar a unidade do homem como a apresenta Pestalozzi: espírito – coração – mão. Observando este aspecto, o professor possibilitará o desenvolvimento da tríplice atividade humana, contribuindo para o aprimoramento da inteligência, da moral e da técnica: conhecer – querer – agir:

“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl.119.11).

Fonte: EBD Online


segunda-feira, 26 de abril de 2010

SEMINÁRIO E MONTAGEM DE EBF

OFICINA HISTÓRIA EM AVENTAL
OFICINA DATAS ESPECIAIS - DIA DAS MÃES
OFICINA CRIATIVIDADE NA EBDQuem participou de uma Escola Bíblica de Férias (EBF) na infância não esquece os momentos, corinhos e brincadeiras, as criatividades dos professores e seus rostos alegres. É notória a importância da EBF no evangelismo e formação do caráter cristão das crianças. Muitos professores de hoje são frutos do ensino bíblico que receberam nas aulas durante as férias escolares. A modalidade que conquista cada vez mais alunos vem se adaptando ao longo dos anos. Muitas igrejas estão renovando as estratégias e ajustando suas programações ao público que freqüenta as aulas.
Classes para pais, com palestras de saúde, educação infantil e aulas de artesanato, são algumas das novidades. Os frutos continuam brotando e podem ser testemunhados em todas as Igrejas. Uma prova de que as férias para esses alunos ficarão marcadas durante toda a vida.
A Escola Bíblica de Férias é um trabalho específico da igreja que, como já sugere o título, deve ser realizado no período das férias escolares, buscando atender não só as famílias da Igreja, como as famílias da comunidade, intensificando assim, a relação igreja – comunidade.
Realize uma Escola Bíblica de Férias na sua Igreja. Prepare seus professores com o NOBEC-Recife.





sábado, 17 de abril de 2010

IGREJA EVANGÉLICA BATISTA ÁGAPE - RECIFE FAZ TREINAMENTO COM O NOBEC











"E o que de minha parte ouviste, através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros"(2 Timóteo 2.2).

IGREJA EVANGÉLICA BATISTA ÁGAPE





































A Importância da Preparação


Quando nos entregamos a Deus, assumimos um compromisso de sermos fiéis a ele. Para cumprir a nossa obrigação de obedecer tudo que Jesus tem nos ordenado (Mateus 28:18-20), precisamos estudar para conhecer bem a palavra dEle. Paulo disse a um irmão mais novo: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Timóteo 2:15). Pedro escreveu a discípulos espalhados em vários lugares: "...santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós..." (1 Pedro 3:15). Ser preparado para falar a outros faz parte da nossa devoção ao Senhor e o NOBEC preparou com sabedoria a equipe de professores da Batista Ágape. Parabéns ao Pr Wilhiam, aos coordenadores do Ministério Infantil Rute e Fagner pelo desafio de levar o Evangelho aos Pequeninos de forma criativa através deste Curso de Capacitação. Toda honra e toda glória para o Senhor Jesus.

Foi com essa VISÃO que a Igreja Batista Ágape realizou treinamento para todos os seus líderes de crianças. Grandes coisas fez o Senhor neste dia. Obrigada Jesus!

Seu carinho me anima a prosseguir.

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Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina

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Espero que goste deste Blog! Foi feito especialmente para aqueles que amam o Ministério Infantil e desejam aprender mais de Deus.

Tem dicas para Educadores, Evangelistas de Crianças, Pastores e Amigos das crianças. Também temos muitas sugestões para ajudar em sala de aula.

Ele não é só do NOBEC , é seu também. Seja um seguidor valoroso.

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