sexta-feira, 26 de março de 2010

PROFESSOR-ALUNO


RECICLAGEM É FUNDAMENTAL PARA APRIMORAR A MISSÃO DE ENSINADOR


Como educador e profissional de comprovada influência na formação do caráter e na educação de pessoas, o professor precisa se reciclar sempre para ter bom desempenho como ensinador. Em se tratando de um professor de Escola Dominical, jamais deve-se ter a idéia ou pretensão de delegar ao Espírito Santo aquilo que é obrigação sua como estudo e preparo adequados das lições que vai ensinar. O professor pode até possuir conhecimento que julgue suficiente sobre determinada área, mas ainda assim é possível melhorá-lo. O professor de ED que se preza sabe, à luz da Palavra de Deus, que será preciso ser, inquestionavelmente, tanto professor quanto professor-aluno. Cada um tem o dever de aperfeiçoar a sua individualidade.Como professor, devemos repassar o que aprendemos aos nossos alunos. Como professor-aluno, precisamos buscar conhecimento para o aprimoramento da profissão que abraçamos e desempenhamos. Esse princípio está norteado no ensino do divino Mestre: “Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; porque aquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas aquele que não tem, até o que tem lhe será tirado”, Mt 13.11-12.O professor já tem o saber, porém, precisa de novas informações, mesmo possuidor de experiência e formação cultural já definidas. Já foi dito que “o ignorante aprende e o que sabe recorda” (Baltazar Gracian). Quem não se dispõe a aprender não ouse ensinar. Ensina-se quando aprende-se; aprende-se quando estuda-se.

O professor precisa ser aluno, porém, um aluno-professor. Nisso não há demérito.Eis algumas ocasiões, nas quais o professor precisa ser aluno.Quando o ensinador toma conhecimento de temas de lições programadas para determinada classe - Neste ponto, deve embrenhar-se no caminho da pesquisa, para enriquecer seus conhecimentos, a fim de alcançar seus alunos;Quando compreende o valor de métodos criativos - O professor que pretende passar conhecimento, voltado para a boa formação do seu aluno, deve aplicar métodos criativos na ministração de suas aulas. O rendimento é indiscutível; Quando é sensível às necessidades de seus alunos - Nem sempre o aluno tem aptidão para absorver o que lhe é passado no comentário da lição, senão com um pouco de persistência e paciência do professor, se este é sensível à provável necessidade do aluno;Quando reconhece que o ensino envolve toda a sua vida - O ensino não será absorvido se o aluno perceber que o professor não vive o que ensina. A auto-avaliação é necessária.O professor precisa ser aluno porque é professor. “Se é ensinar, haja dedicação ao ensino”, Rm 12.7. O professor que ensina a uma faixa etária de comprovados conhecimentos não pode ser reticente ou repetitivo em suas informações e afirmações, sob pena de perder um pouco de sua credibilidade.

A Palavra de Deus diz “haja dedicação ao ensino”. O que o Espírito Santo determina é que o professor precisa aprender mais. E já foi dito por experimentados profissionais do ensino que “nunca se sabe tanto que não se precise aprender mais um pouco”.Questão de consciênciaDescrevemos, a seguir, outras razões nas quais são manifestas ocasiões em que o professor precisa ser aluno:Quando toma consciência de sua vocação para o ensino - O professor tem que partir para expansão de seus conhecimentos, especialmente quando se trata da Escola Dominical, uma vez que há variados temas adotados a cada trimestre do ano letivo. Ensinaríamos uma disciplina sem que a conhecêssemos? Para conhecer é preciso estudar e é aí que o professor precisa ser aluno.

Vejamos algumas razões:

a) Por serem temas que obedeceram a outra linha de raciocínio, derivados de outra mente, embora fertilizada pela Espírito Santo, que também inspira o “professor-aluno”. Pesquisar é preciso.

b) Como em cada lição existem mistérios que Deus quer revelar a seus filhos, e o professor da ED, em sua vocação de ensinar, é responsável por transmiti-los, é mister que o ensinador se faça professor-aluno e, através da oração e meditação, seja divinamente orientado para levar ao seu aluno a revelação de Deus.

c) Outra ocasião se instala quando o professor necessita de avaliar a qualidade de suas próprias aulas, tentando encontrar algum ponto suscetível de melhoras. Essa auto-avaliação somente será bem sucedida se o professor estudá-la. O Dicionário de Verbos e Regimes, 4ª Edição, página 288, no pronominal agregado ao conceito de ensinar, chama isso de “aprender por si; avisar-se”.Quando encarar o magistério em Cristo como uma chamada divina - Como uma comissão do Mestre por excelência, com submissão a Cristo, com lealdade à sua igreja e disposição para possuir atitudes de aprendiz, aí se dará o momento “quando o professor precisa ser aluno”. A partir desse ponto, o professor nunca o deixará de ser, ainda que tenha a qualificação de professor.

No professor que a si mesmo se cuida, vê-se exaltada a profissão do ensinador. Se há um direito de ensinar, há também, obviamente, um dever de aprender. A partir desta premissa, fica claro que em muitas ocasiões o professor precisa ser aluno. Vale salientar que o professor é a única pessoa que deve encontrar razão para estudar. Se lhe falta o interesse, nada mais poderá ser feito, senão lamentar-se.

É do escritor brasileiro Rui Barbosa a célebre frase: “Não há tribunais que bastem para obrigar o direito quando o dever se ausenta da consciência”. É preciso força de vontade do indivíduo para descobrir que sua própria capacidade de trabalho é renovável. Aliás, é uma exortação bíblica. “Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento”, Rm 12.2. Verdade é que o professor pode aprender as técnicas de ensino e aplicá-las no processo de aprendizagem dos seus alunos, porém, precisa ter força de vontade e desejo de trabalhar. Diz o escritor William Martin, em sua introdução ao ensino da Escola Dominical: “Só se aprende com a prática”. Portanto, aprendendo as técnicas do ofício de ensinar e trabalhando adequadamente, chegar-se-á um dia à qualificação de bons mestres.

Entende-se que o professor voluntária ou involuntariamente está sempre na esfera do aprendizado. Aprendendo a ouvir.

Estudando a expressão do apóstolo Paulo em 2 Timóteo 2.1-2, nos deparamos com quatro gerações de cristãos com um método único e eficaz de aprendizado: o ouvir. “Tu, pois, meu filho,fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus e o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem a outros”. As quatro gerações de cristãos acima mencionadas têm funções similares na área do ensino.

-A primeira tem, por exemplo, o apóstolo Paulo, que confessou: “Recebi do Senhor o que também vos ensinei”.

-A segunda recebeu pela audição. Paulo afirma: “O que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste”. Timóteo, por exemplo, recebera a comissão de ensinar o que aprendera junto a outros (“muitas testemunhas”), repassando-o para a terceira geração (“homens fiéis”), e esta, por sua vez, ensinaria à quarta geração (“outros”). Assim, temos Cristo, que ensinou a Paulo; Paulo, que ensinou a Timóteo; Timóteo, que ensinaria a homens fiéis, que ensinariam a outros.

O método audio-visual foi de uma eficácia indiscutível, fantástica, com resultados que perduram até os nossos dias, depois de quase dois mil anos. Cada geração, especialmente as duas primeiras, precisaram se reciclar, como vemos na expressão: “Fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus”, a fonte onde deveriam permanecer ligados como alunos.

É de vital importância a atualização de conhecimentos já adquiridos, principalmente quando tem-se a responsabilidade de transmiti-los para não serem passadas informações defasadas, revelando desconhecimento, apresentando ignorância de fatos novos. Fonte atualizadora. Uma fonte segura para um pesquisador se reciclar é a que procede de origem divina, a Palavra de Deus, de onde tiramos lições e métodos insuperáveis para alcançar os propósitos que Deus tem para com os seus.

Lemos em 2Timóteo 3.16-17: “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”.

O professor da Escola Dominical não é um professor comum. Ele não ensina matérias simplesmente pesquisadas, mas reveladas. As pesquisas trazem muitas novidades, e por isso mesmo surge a necessidade de reciclagem para o professor, para sua atualização. O professor da Escola Dominical falará de temas oriundos do céu, da divina fonte. Deus quer que os homens conheçam seus mistérios, como lemos em Colossenses 1.26-28: “O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; aos quais Deus quis fazer conhecer quais as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; a quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo”. O próprio Mestre orando ao Pai (Jo 17.26) fez algumas revelações importantes para os que ousam se chamar professores da Escola Dominical, mas que recusam atender aos requisitos aqui explicitados: “(...)lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais”. Ora, se seus discípulos já tivessem os conhecimentos completos daquilo que haveriam de ensinar, não teriam necessidade de “conhecer mais”. Nisso conhecemos mais um momento, quando o professor precisa ser aluno. Há sempre o que se aprender, de cujos conhecimentos há sempre o que se ensinar. Nossos conhecimentos jamais se completarão.

O eunuco da rainha de Candace era, em sua época, um homem culto. Afirmamos isso em virtude da função que exercia como ministro da Fazenda. Contudo, muito havia que aprender e por isso disse a Filipe, no tocante à palavra profética que lia: “Como poderei entender, se alguém não me ensinar?” At 8.31. Ele recebeu o convite de Filipe, servo do Senhor, para aprender o significado da Escritura não compreendida. É imperioso que se entenda entre os chamados mestres a importância de se aprender sempre.

Quando o leitor deste artigo estiver debruçado sobre este conteúdo, passar-lhe-á pela cabeça inúmeras razões não abordadas aqui e que com certeza estarão estimulando-o a alinhar-se as aqui apontadas, com a consciência esclarecida de que “Nunca se sabe tanto, que não se precise aprender mais um pouco”.

A IMPORTÂNCIA DO LÍDER

“Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas” (Mc 10.14).

No decorrer dos séculos, muitos crentes têm rejeitado os esforços das crianças para se aproximarem do Salvador. Charles Spurgeon, um famoso pregador inglês, escreveu: “Que maravilha será ver nossas crianças firmadas na doutrina da redenção por Cristo! Se forem prevenidas contra os falsos evangelhos desta era perversa, e ensinadas a firmar-se na rocha eterna da obra consumada de Cristo, podemos esperar que a próxima geração venha a manter a fé e que será melhor do que a de seus pais”.Não é preciso muitas pesquisas para perceber o quanto Jesus ama as crianças. Ele demonstrou isso quando as abraçava e as abençoava: “Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou”.(Mc 10.16)

Ainda existem muitas igrejas que não dão o devido valor ao ministério infantil, encaminhando sempre quem não tem dom para cantar, dançar, pregar, para ficar com as crianças, como se esse ministério fosse menos importante.

O diabo não pensa assim. Ele investe pra valer nas crianças, prova disso são as infinidades de programas, desenhos, brinquedos, jogos, etc, que são criados para elas; cheios de novidades, cores e muitos outros atrativos. Sabemos que a criança é um produto do meio em que ela vive, tudo o que ela ouve, assiste na TV, aprende na escola, contribui para a formação da sua personalidade e caráter.

“Qualquer, porém, que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar”(Mt 18.6)

Jesus ama mesmo as crianças! Nós as afastamos dEle, quando fazemos pouco caso do ministério infantil, quando as deixamos numa salinha improvisada enquanto seus pais assistem ao culto, quando não as levamos a igreja, quando não valorizamos os professores e líderes que cuidam delas e nem investimos, deixando-os sozinhos carregando este “peso”. Está na hora de acordar! O Senhor nos confiou essa responsabilidade. Devemos ser a principal influência e referência em suas vidas. É preciso investir nesse ministério. Gosto de afirmar que as crianças fazem parte do corpo de Cristo, portanto elas não são “a igreja de amanhã”, mas já são a igreja de hoje.

Quantos problemas seriam evitados, quantos adolescentes seriam saudáveis e quantos adultos sábios e maduros teríamos nas igrejas, se tão somente investíssemos no ministério infantil! É mais fácil ensinar a criança no caminho que ela deve andar do que tratar dos desvios de caráter, feridas na alma, traumas, rebeldias, dos adultos. Fico imaginando quantas coisas lindas o Senhor tem guardado em seus tesouros!

Se temos a mente de Cristo, podemos fazer melhor do que tudo que o mundo oferece.As dificuldades que as pessoas sentem em trabalhar com as crianças vêm da falta de preparo, orientações, materiais. Como qualquer outro ministério é preciso se preparar. O amor é fundamental, mas os cursos e treinamentos darão suporte e quanto mais ministros, menos trabalho, então ficará fácil e prazeroso. Vale a pena gastar um pouco mais em salas amplas, bonitas e coloridas, com brinquedos, lápis de cor, joguinhos, músicas e brincadeiras. Criança é criança em qualquer tempo e lugar, não dá para mudar a realidade de que elas vivem fantasiando, imaginando, pensando. Tudo isso é muito saudável e importante. Não precisamos de robozinhos, mas de crianças livres para pensar, aprender, criar.

Quem alcançará as crianças?As crianças são escolhidas por Deus ainda no ventre materno. João Batista, Moisés, Samuel, Sansão e o próprio Jesus, dentre outras, são histórias que nos mostram os propósitos de Deus na vida das crianças e o cargo que ocuparão no futuro.Deus nos delegou a responsabilidade de evangelizar as crianças, muitas estão morrendo sem salvação.- “Ide ... (Mc 16.15 - “Deixai... (Mc 10.14) - “Apascenta os meus cordeiros... (Jô 21.15) - “Não é da vontade de Deus que uma criança se perca ... (Mt 18.14) - “Ensinar as doutrinas fundamentais as crianças ... (Ex 12. 26-27) - “Desde o menor deve ouvir os mandamentos ... (II Reis 23.2 – II Cr 20.13 – Dt 6.7-31 – Ef 6.4)

Os ensinamentos devem começar em casa com os pais, assim como na igreja..Leia Esdras 10.1: “Enquanto Esdras estava orando e confessando, chorando prostrado diante do templo de Deus, uma grande multidão de israelitas, homens, mulheres e crianças, reuniram-se em volta dele.” Aqui é possível ver que as crianças também participaram de uma sessão de arrependimento, junto a adultos.Para evitar que as crianças se tornem adultos rebeldes e maus, elas precisam aprender desde cedo a conhecer o poder de Deus e também as suas obras: “Povo meu, escute o meu ensino; incline os ouvidos para o que eu tenho a dizer. Em parábolas abrirei a minha boca, proferirei enigmas do passado; O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram. Não os esconderemos dos nossos filhos, contaremos à próxima geração os louváveis feitos do SENHOR, o seu poder e as maravilhas que fez. Ele decretou estatutos para Jacó, e em Israel estabeleceu a lei, e ordenou aos nossos antepassados que a ensinassem aos seus filhos,de modo que a geração seguinte a conhecesse, e também os filhos que ainda nasceriam, e eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos.Então eles porão a confiança em Deus; não esquecerão os seus feitos e obedecerão aos seus mandamentos.Eles não serão como os seus antepassados, obstinados e rebeldes, povo de coração desleal para com Deus, gente de espírito infiel.” (Sl 78.1-8)

A CRIANÇA PRECISA SER SALVA“Sei que sou pecador desde que nasci, sim desde que me concebeu minha mãe.” Sl 51.5“Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.” Sl 58.3.“Da mesma forma, o Pai de vocês, que está nos céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca”. Mt 1814

A CRIANÇA É BÊNÇÃO! “Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor”. Mt 21.16“Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos pequeninos.” Mt 11.25.

As crianças estão com o coração aberto a aceitar e reter os ensinamentos bíblicos. Elas devem ser contadas como membros da igreja, pois fazem parte do corpo de Cristo. Para ser salvo não é preciso entender tudo, basta crer e aceitar pela fé a palavra de Deus. “Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação” Rm 10.10.

As crianças dependem de nós para mostrar-lhes o caminho: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Pr 22.6. Ensinar o "CAMINHO" não é apontar mas sim, estar no caminho com a criança crendo que o Espírito Santo a fará lembrar de tudo o que lhe foi ensinado e quando envelhecer não se desviará.
Palestra Tia Valéria
Adaptado

quarta-feira, 24 de março de 2010

A LIÇÃO DO LÁPIS




Um menino olhava sua avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou: - Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? É sobre mim? A avó sorriu e disse: - Estou escrevendo sobre você, sim. Porém, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.O menino olhou para o lápis e não viu nada de especial. - Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!- Tudo depende do modo como você olha as coisas.

Há cinco qualidades nele que, se conseguir mantê-las, o fará uma pessoa feliz.Com toda a sabedoria, a avó enumerou então as seguintes qualidades:

1) Você pode fazer grandes coisas, mas nunca deve esquecer que há uma Mão que guia seus passos. Essa mão é Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo conforme Sua vontade.

2) De vez em quando preciso usar o apontador. O lápis sofre um pouco, mas no final está mais afiado. Por isso, saiba suportar algumas dores, pois elas o farão uma pessoa melhor.

3) O lápis permite que eu use uma borracha para apagar o que está errado. Corrigir algo que fizemos é importante para nos manter no caminho da justiça.

4) O que realmente importa no lápis não é a sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Sempre cuide do seu interior.

5) Finalmente, o lápis sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, deixará traços. Então procure ser consciente de cada ação.


Transcrito

sexta-feira, 19 de março de 2010

Não eram cem ovelhas no aprisco? Então está faltando alguém! Você a viu por aí?

Para trabalhar a parábola da ovelha perdida, apresentamos aqui um aprisco com ovelhinhas para facilitar a "contação" da história. Deverá ser feito um propósito, onde cada criança receberá uma ovelhinha na qual ela colocará o nome de um amiguinho que se afastou da EB e assim vai convidá-lo a voltar. Desta forma a criança entenderá bem o sentido da mensagem sobre a ovelha perdida.

PASCOA - A OVELHINHA PERDIDA

A ovelha Perdida
Se um homem tem cem ovelhas e perde uma, o que é que ele faz? Por acaso não vai procurá-la? Assim, deixa no campo as outras noventa e nove que não se perderam. E volta com ela nos ombros. Chegando à sua casa, chama os amigos e vizinhos e diz: “Alegrem-se comigo porque achei minha ovelha perdida!”
Do mesmo jeito, vai haver mais alegria no Céu por uma pessoa de má fama que se arrepende do que por noventa e nove de boa fama que não precisam se arrepender.
O Pai que está no Céu não quer que nenhum de Seus pequeninos se perca.

Mateus 18- 10 a 14
Lucas 15- 4 a 7

terça-feira, 16 de março de 2010

NOBEC, em parceria com o Seminário Congregacional do Nordeste, capacita Professores e Líderes de Crianças - março 2010

Oficina de História - Motivo de Páscoa - As Três árvores
Professores Congregacionais do Nordeste diplomados pelo NOBEC
Professores tocando na Bandinha do NOBEC
Quanta alegria!
Professores atentos as palestras

Com muita música, renovação de chamado e animação, foi encerrada a I Capacitação de Professores das Igrejas Congregacionais do Nordeste. Ao som de Eyshila, Fala Comigo, Senhor! e Enche-me com a Tua Glória, mais de 70 participantes permitiram o aperfeiçoamento do Espírito Santo sobre suas vidas e Ministérios.
Deus seja louvado por esse grande feito!


domingo, 7 de março de 2010

FELIZ DIA DA MULHER - 08 DE MARÇO


O Significado da Páscoa


ORIGEM E SIGNIFICADO DA PÁSCOA




A origem da celebração da Páscoa está na história judaica relatada na Bí­blia, no livro chamado “Êxodo” Êxodo significa saí­da, e é exatamente a saí­da dos judeus do Egito que esse livro relata.
Quando Ramsés II, rei do Egito, subiu ao trono, apavorou-se com o crescimento do povo de Israel, achando que esse crescimento colocava em risco o seu poder. Essa preocupação, deu iní­cio a uma série de ordens e obras levaram os judeus a um perí­odo de grande sofrimento.
Conta a Bí­blia que Deus, vendo o que se passava com seu povo, escolheu Moisés para tirá-los dessa situação, dando a ele os poderes necessários para o cumprimento da missão. Na semana em que o povo de Israel iniciou sua jornada para sair do Egito, Deus ordenou que comessem só pão sem fermento e no último dia, quando finalmente estariam fora do Egito seria comemorada a primeira Páscoa, sendo esse procedimento celebrado de geração em geração.
Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em hebraico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade. Daí­ surgiu a palavra Páscoa.


Jesus Cristo deu novo significado à Páscoa. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe a receita para que o povo se libertasse dos sofrimentos e das maldades praticadas naquela época.


A morte de Jesus Cristo representa o fim dos tormentos. A sua ressurreição simboliza o iní­cio de uma vida nova, iluminada e regrada pelos preceitos de Deus.
O domingo de Páscoa marca a passagem da morte para a vida, das trevas para a luz.
Hoje, o domingo de Páscoa representa uma oportunidade de fazermos uma retrospectiva em nossas vidas, e estabelecermos um ponto de recomeço, de sermos melhores, de sairmos do “Egito”.


A DATA DA PÁSCOA - A Páscoa é comemorada no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera, ou seja, depois de 21 de março. Por isso, a celebração ocorre sempre entre 22 de março e 24 de abril. A partir dessa data, é que fica estabelecido o perí­odo de 46 dias, conhecido como Quaresma, que vai da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa.


A celebração da Páscoa dura cerca de 50 dias. Tem iní­cio no Domingo da Ressurreição e se estende até o fim de Pentecostes, quando se relembra a descida do Espí­rito Santo sobre os Apóstolos, sob a forma de lí­nguas de fogo.

NOBEC - TREINANDO NOVOS OBREIROS PARA SERVIR AO SENHOR - SAIBA ONDE.

NOBEC fará Treinamento para Professores e Evangelista de Crianças nas Igrejas:

1a. Igreja Batista Monte Sião - Moreno/PE - Dia 10 de abril

Igreja Batista Ágape - Em Tejipió - Recife/PE - Dia 17 de abril

Seminário e Montagem de EBF - STBNB em Recife - Dia 24 de abril

Todos encntram-se com as inscrições abertas.





domingo, 21 de fevereiro de 2010

NOBEC TREINA IGREJA PRESBITERIANA EM CANDEIAS - JABOATÃO DOS GUARARAPES/PE




"Procura apresentar-te a Deus aprovado como obreiro que não tem de que se envergonhar e que maneja bem a Palavra da Verdade." II Timóteo 2 .5

Foi com esta visão que a Igreja Presbiteriana de Candeias em Jaboatão dos Guararapes/PE, através de sua Coordenadora a Sra Karline, recebeu os Monitores do NOBEC - Núcleo de Orientação Bíblica para Professores de Crianças, Ivaldira e Sandra, com a finalidade de Treinar/Capacitar seu quadro de Professores Evangelistas de Crianças. 26 Professores renovaram seus dons ministeriais, aleluia!

Foram oferecidas as seguintes palestras e oficinas:

  • Bases Bíblicas para a Evangelização das Crianças
  • Contar Histórias com Arte

  • 1a Oficina - A Flor Margarida e Corações sem Jesus - Plano da Salvação
  • 2a Oficina - Confecção das Histórias de Mila, Beto e Jonas
Agradecemos a Deus a oportunidade de servir a Sua Igreja. Que o Senhor Jesus continue nos ungindo a cada dia para que possamos ser bençãos para este Ministério de Evangelizar os Pequeninos. A Deus toda a Glória!



terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

TREINAMENTO IGREJA EM RECIFE - PINA

O NOBEC realizou seu primeiro Treinamento de 2010.
Local: Igreja em Recife
Dia 06 de fevereiro (9hs às 17:30hs)
Pr. Rogério
Equipe de Professores:aproximadamente 30
Assuntos abordados:
* Musicalização Infantil
* Contação de Histórias
* Recursos Visuais

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

OS PERIGOS DA ADULTIZAÇÃO INFANTIL



“As crianças podem esquecer o que você disse...mas nunca vão esquecer o que sentiram.” Carl W. Buehner


“Tudo o que será aprendido deve ser disposto segundo a idade, para que nunca se ensine nada que não possa ser compreendido”. (Comenius – Didática Magna)

“O aprendizado depende do nível de desenvolvimento do indivíduo. Ele não pode aprender o que suas estruturas cognitivas ainda não podem absorver” (Piaget).

“Quando eu era criança falava como criança, sentia como criança, discorria como criança” (1 Co 13.11).

INTRODUÇÃO
Hoje em dia, as crianças estão se comportando como se fossem “pequenos adultos”. Cada vez mais cedo, elas assumem responsabilidades, disputam posições em determinadas atividades, buscando múltiplas competências. Desprotegidas, recebem de forma direta a influência de uma sociedade que exige seres perfeitos.
Como se isso não fosse bastante, muitos pequenos sentem o peso das exigências de “gente grande” como a falta de dinheiro ou o problema do desemprego na família.
Esse seminário tem por objetivo questionar a adultização da criança nos dias atuais, discutir suas principais causas e consequências, e apontar a necessidade de mobilização de toda sociedade, especialmente a cristã, a fim de resgatarmos a infância perdida de nossas crianças. O que podemos fazer como cidadãos, pais e educadores cristãos, diante desse processo de adultização da infância? Afinal, o que é infância?

I. A INFÂNCIA CONSIDERADA HISTORICAMENTE
1. A infância na Idade Média.
Até o século XVI, as crianças eram vistas como “adultos em miniatura”; símbolo da força do mal; um ser imperfeito esmagado pelo peso do pecado original, ou simplesmente um companheiro natural do adulto.
Neste sentido, a infância era concebida apenas como um percurso para a vida adulta. Uma visão negativa, pois, nesta idéia, a criança seria um ser inacabado; sem nada específico e original, sem valor positivo.

2. A infância resgatada nos tempos modernos.
No decorrer da história da infância aconteceram diversas transformações do pensamento social em relação á família e á própria infância. A partir do século XVI começa a surgir na sociedade o sentimento e a idéia de infância. A criança, antes relegada ao último plano, passou a conquistar seu espaço social. Desde então, surgiram várias pesquisas fortalecendo o reconhecimento cultural dos pequenos.
Dentre os pesquisadores, Jean Jaques Rousseau (séc. XVIII) merece notoriedade. Em sua obra “Emílio”, na qual defendeu a criança como detentora de uma natureza própria que deve ser desenvolvida, assim asseverou: “A infância é, também a idade do possível. Pode-se projetar sobre ela a esperança de mudança, de transformação social e renovação moral”. E tal visão, perpetuou-se ao longo dos tempos ainda que de forma não linear.

3. A infância nos dias de hoje.
A idéia de infância ressurge fortemente com a sociedade capitalista, urbano-industrial, na medida em que muda a inserção e o papel social desempenhado pela criança na comunidade.
No decorrer dessas transformações e devido ao amadurecimento do pensamento social, a criança passou a conquistar seu reconhecimento na sociedade. A segunda metade do século XX é considerada o período da legitimação do direito da criança. Ela deixa de ser uma “criança-adulto”, para ser um sujeito social. Todavia, é preciso destacar que junto a essas conquistas de reconhecimento dos direitos da criança e sua valorização surgiram também determinadas condições. A mesma sociedade que legitima esse ser social usa de poder para manipulá-lo e sujeitá-lo às novas correntes de pressão social. O cenário da criança hoje, devido a diversas circunstâncias, aponta para uma infância a caminho do desaparecimento. Uma fase que após anos de construção, encontra-se em processo de extinção.

II. OS VILÕES DA INFÂNCIA
Durante muitos séculos a sociedade agiu de maneira indiferente com relação à infância. As crianças, de maneira muitas vezes sutil ou subliminar, são pressionadas a serem pequenos adultos. Imitam hábitos e costumes dos adultos e muitas vezes já nem sentem alegria pela infância, seu desejo é alcançar a maioridade.
1. As mídias, de modo geral. Em se tratando de poder, as mídias são atualmente fortes instrumentos de influência e manipulação na educação e construção desses novos seres “adultizados”. No Brasil, as músicas que as crianças cantam, não são mais tão infantis. As maquiagens, roupas e calçados copiam o adulto como se os gostos fossem os mesmos. As danças sensuais e canções com palavras obscenas já fazem parte do repertório preferido dos pequenos. Meninas usam roupas e objetos que estimulam a sexualidade precoce, assistem aos mesmos programas de televisão e falam a mesma linguagem dos adultos. Garotinhas usam salto alto e meninos de apenas cinco anos de idade já querem se vestir como adultos e já não aceitam usar roupas que possuam qualquer desenho infantil que os faça parecer crianças. Abraçar e pegar na mão do filho é considerado motivo de vergonha. Crianças trabalham e apresentam programas de televisão.
2. Videogames e filmes. Os jogos infantis também mudaram, a diversão agora são os videogames e os filmes repletos de violência. Os brinquedos já vêm prontos, tudo é industrializado, só é preciso manusear. Campeonatos infantis é atração para os pais, que cobram dos filhos ótimos resultados de placar. E quanto a alimentação não há mais distinção entre o lanche do adulto e da criança, todos devem saborear os deliciosos "hambúrgueres" em qualquer tempo. Sem falar da literatura infantil que também está mudando. Até as ruas que antigamente eram lugar de socialização, hoje refletem a falta de relacionamento e interação entre pessoas.

III. REAIS OBJETIVOS DA ADULTIZAÇÃO
Mas afinal, qual a razão de se negar às crianças a alegria das brincadeiras espontâneas? Por que lhes podar a criatividade de fabricarem seus próprios brinquedos? Qual o motivo da sociedade aplaudir tudo isso como se fosse algo natural?
1. Interesse econômico. O fato inegável é que há um interesse econômico por detrás desta realidade. Uma intenção que possui um objetivo: educar as crianças a serem consumidores em potencial. Educar para o consumo e para a submissão de idéias. Produzir consumidores mirins que satisfarão cada vez mais os desejos desse sistema que insiste em condicionar o verdadeiro sentido da infância ao status, dinheiro e mecanização. As crianças estão sendo pressionadas a crescerem depressa, quando na verdade deveriam respeitar seu processo de desenvolvimento, pois não pensam, não sentem nem aprendem como os adultos. Elas precisam de tempo para crescer e pressioná-las a viver como adultas só produzirão seres com dificuldades, inseguranças e conflitos no futuro.

IV. ADULTIZAÇÃO NO ÂMBITO DA IGREJA
1. Cantores, pregadores e mestres mirins. Muitas crianças têm perdido a infância por conta de certos “educadores” que no intuito de realizarem nelas o que gostariam para si mesmos, podam-lhes a alegria, a imaginação, a inventividade e o divertimento. Às vezes, são pais que gostariam de ser cantores, pregadores ou professores de escola dominical, mas que por falta de vocação natural, ou até mesmo de uma chamada divina específica, projetam nos filhos, seus sonhos ou objetivos não-realizados.
Quem nunca viu um menino com menos de dez anos vestido de terno e gravata, cantando, pregando ou dirigindo um culto. E na escola dominical, quantas meninas e meninos são colocados à frente de uma turma, quando na realidade, deveriam estar aprendendo em uma classe de sua faixa-etária.

V. O QUE É SER CRIANÇA? O QUE DIZ A PEDAGOGIA ATUAL?
Na verdade, o que se fala hoje a respeito da infância não condiz com a realidade das nossas crianças, nem com o que fazemos com elas.
É preciso resgatar a verdadeira infância, na qual há um mundo de fantasia, imaginação, criatividade e brincadeiras. Aqui entra o papel do pedagogo cristão, pois como estimulador do conhecimento, poderá trazer para o espaço da escola dominical desafios e valores que conduzam seus alunos a descobrirem a verdadeira identidade da criança segundo os ensinamentos da Bíblia.
Poderá trabalhar dentro dos estágios de desenvolvimento da criança, incentivá-la na leitura da vida e não apenas da palavra, estimulando-a a ler nas "entrelinhas" e a constituir-se como um cidadão capaz de transformar sua própria realidade. Como educador evangélico poderá também questionar junto aos educandos a postura das mídias e se posicionar como um instrumento iluminador de pensamentos e idéias.
Aqui entra a intervenção dos pais, professores de escola dominical, pastores, e de toda a sociedade, que precisa romper com os muros do doutrinamento consumista. Devemos exigir dos setores sociais, inclusive da própria família, da igreja e dos setores de comunicação, uma educação que valorize mais o ser do que o ter. Uma censura a ser respeitada, digna do público infantil e até a criação de um código de defesa do telespectador ou leitor de mídias. É preciso acreditar numa educação de qualidade para todos, a qual prepare as crianças para conhecer, fazer, ser e conviver.

CONCLUSÃO
A história da criança não deve retroceder a um passado de isolamento, e sim estabelecer-se como a história de um sujeito possuidor de direitos, inclusive o direito de voz e o de não ser manipulado pelos adultos. Está-nos proposto o desafio: protegeremos a infância ou continuaremos a reproduzir os interesses de um sistema que insiste em nos dominar?
Pr. Marcos Tuler é pedagogo, escritor, conferencista e reitor da FAECAD (Faculdade de Ciência e Tecnologia da CGADB).

Pr. Marcos Tuler

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CAIXA PEDAGÓGICA - IDEAL PARA CRIANÇAS ATÉ 3 ANOS


NOBEC FAZ SEU PRIMEIRO TREINAMENTO 2010 EM RECIFE


RECURSOS VISUAIS - FERRAMENTA ESPECIAL PARA OS PROFESSORES DE CRIANÇAS



Este tipo de jogo faz a criança pensar, raciocinar, resolver problemas e trabalhar de forma independente; aprende a terminar um trabalho que começa e guardá-lo no seu lugar. Quebra-cabeças de gravuras da natureza estimulam diálogos a respeito da criação, serve para recordar versículos, cânticos e histórias relacionadas com as gravuras. Os jogos deverão sempre estar relacionados com a unidade de estudo.




DIORAMA





Representação de uma cena, com figuras, animais ou objetos apenas recortados e pintados, obtendo-se a impressão de profundidade pela alteração relativa das proporções dos elementos componentes. O professor pode com este recurso ilustrar a ideia do Tabernáculo, do Templo ou do conjunto das tribos de Israel, etc. A cena é sempre disposta em uma caixa com abertura por cima e na frente, dando a ideia de um palco.

LIVRO SANFONA: Recorte de 6 a 8 pedaços de cartolina (28 cm x 20 cm), todos do mesmo tamanho. Cole figuras sobre o assunto em cada cartolina e escreva o texto abaixo das figuras. As figuras podem ser recortadas de revistas velhas ou desenhadas à mão. Coloque as cartolinas lado a ladojuntando-as com fita durex, para formaro livro sanfona. Para durar mais tempoé interessante plastificar o livrousando contact.


Fonte: Livro Recursos Didáticos para a Escola Dominical , Marcos Tuler - CPAD

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010


NOBEC abre sua agenda de 2010 para os Cursos de Formação para Professores de Crianças, Contação de Histórias, Ensinando aos Pequeninos, Seminário de EBF e Treinamentos nas Igrejas.
Maiores informações: 81-88887301 / 88610695 /34540695
ou nobecrecife@yahoo.com.br

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2010 SERÁ MAIS UM ANO DE BENÇÃO


Por tudo o que tens feito

Por tudo que vais fazer

Por tuas promessas e tudo que És

Eu quero te agradecer Senhor.


2010 será assim:


Nós é que vamos deterninar diante do Senhor, uma nova etapa.

Não uma etapa de esperanças vazias, infundadas, mas um tempo novo para "penetrarmos" mais em Deus e conhecê-lo mais intimamente, aleluia!


Para mim, um tempo de testemunhar de Jesus.

Um alvo que me leverá para mais perto dEle, em comunhão e intimidade.


Sim, este será um ano diferente, estarei mais na presença do Senhor

O que vai determinar esse ano de benção, não serão as festas de final de ano, mas, uma decisão pessoal de continuar olhando para o todo Poderoso.



Ele me encontrará como adoradora!


"!Coroas o ano com a tua bondade, e as tuas veredas destilam gorduras! "Salmo 65:11


"Quão grande é Deus, e nós não o compreendemos! O numero de seus anos não se pode calcular" Jó:36:25


"O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres. Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos, dar vistas aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, e anunciar o ano aceitável do Senhor." Lucas 4:18-19



Nós que fazemos o NOBEC agradecemos o privilégio de conhecer você, fazer parte de sua vida, de ser benção em seu ministério.


Em 2010 continue precisando de nós que, nós, estaremos sempre presentes para ouvir VOCÊ.


Saudades de 2009 - Prosperidade e felicidades em 2010.

Fotos da Oficina de EBF-1a Igreja Batista do Recife

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

FORMATURA NOBEC-RECIFE 2009




Apresentação com fantoches Juramento





Leitura do Evangelho Exposição das aulas práticas




Profas - Sandra, Minel, Ivaldira e aluna Carol

NOBEC -RECIFE - FORMA EVANGELISTA DE CRIANÇAS EM 2009 -

































Dia 12 de dezembro de 2009 o NOBEC-Recife forma nova turma de EVANGELISTAS DE CRIANÇAS para ser um suporte as famílias e igrejas evangélicas. Serão líderes de ministério infantil que formarão a base espiritual na vida das crianças, para que cada criança de acordo com o tempo de Deus possa desenvolver um relacionamento pessoal com Jesus Cristo.

Receberam o Certificado de Evangelista de Crianças as alunas:

Sandra - Leny - Raquel - Edna - Rayanne -Zeneide - Estela - Carol -Marta - Leda e outros que não se fizeram presentes nas solenidades. Obrigada a Deus por mais uma etapa vencida. A Ele toda a glória

Seu carinho me anima a prosseguir.

Arquivo do blog

Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina

Seja Bem Vindo!

Espero que goste deste Blog! Foi feito especialmente para aqueles que amam o Ministério Infantil e desejam aprender mais de Deus.

Tem dicas para Educadores, Evangelistas de Crianças, Pastores e Amigos das crianças. Também temos muitas sugestões para ajudar em sala de aula.

Ele não é só do NOBEC , é seu também. Seja um seguidor valoroso.

"Fiquem contentes e alegres, pois o Eterno lhes dará boas colheitas e abençoará tudo o que vocês fizerem" Dt. 16:15


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